João Pessoa

Diário de bordo da viagem para João Pessoa/ PB, ou “Jampa”, para os íntimos (segundo lembro o comentário do meu querido amigo pessoense Alvaro, tem relação com Sampa…), que rolou no mês passado (sim, post deveras atrasado).

Fui pra lá de Natal, Viação Nordeste. 3 horas de viagem (atrasou um pouquinho porque teve ‘trânsito’ na estrada).

Roteiro dia 1:

Centro histórico

Fiquei impressionada com as várias construções restauradas, coloridas, em local próximo a Lagoa ou Parque Solón de Lucena (se estiver by bus, pode descer na lagoa e ir à pé).

Têm diversas igrejas também, um lindo conjunto localizado bem perto um do outro.

Quando estava pesquisando lugares para visitar, o destaque sempre é dado para Igreja de São Francisco, porém a Igreja da Matriz é muito mais linda na minha opinião (ok, posso estar enganada porque não consegui andar muito por lá devido à celebração e missa que iria acontecer mais tarde)!

Todos esses locais ficam próximos, mas para chegar até as igrejas da Matriz e São Francisco, indo a partir do Hotel Globo, é preciso pegar uma ladeirinha sem vergonha, embaixo do sol então, maravilha!!! rs

Estação da Ciência

O arquiteto responsável foi Niemeyer, sem querer comparar e já comparando, pra mim o “Olho” de Curitiba (link aqui), é imbatível… (Só dias atrás descobri que em Natal também tem uma construção do arquiteto, que fica no Parque da Cidade, que ainda não visitei.)

Coincidentemente, quem encontro ao chegar lá? Os rino que tinha visto em SP! Muito fofos!!

Para chegar lá, é só pegar o ônibus 507 (Cabo Branco) – que peguei na Lagoa. Dica: quando o ônibus chegar ao ponto final, continue nele, pois ao retornar ao centro, ele dá a volta, e para bem em frente a Estação da Ciência.

Farol do Seixas

Dá pra chegar lá à pé da Estação da Ciência.

Não sei porque, mas tinha colocado na cabeça que era um senhor farol, mas não, é ‘só’ essa construção da foto abaixo…

Estava louca pra ao menos ver o Pontal do Seixas, local mais próximo do continente africano, mas não consegui nem ver a tal ‘curvinha’. Essa será a frustração da viagem…

Dia 2:

Manhã e tarde na companhia da profa. Alice, além do almoço na Associação Brasil-Japão de João Pessoa, pena que não fiquei para assistir ao show que rolou, pois segui destino à Fortaleza de Santa Catarina.

Dá pra chegar lá pegando ônibus que vai até Cabedelo (peguei na av. Epitácio Pessoa), que foi pela BR, ou seja, chega mais rápido. O legal é que durante o trajeto você vai passando pelas praias menos urbanas, e dá uma vontade de deixar a Fortaleza pra outro dia… Mas segui fiel ao plano original.

Quando o ônibus chega no ponto final (perto da igreja), a Fortaleza fica pertinho, dá tranquilamente pra ir à pé.

Na volta bateu uma dúvida cruel, assistir ou não ao pôr do sol na praia do Jacaré (na verdade rio), onde o famoso saxofonista Jurandy toca todos os dias? Pensei, pensei e desisti, pois não tem ônibus direto e bateu uma preguiça master de andar 2 km da BR até onde acontece o evento.

Dia 3:

Manhã: praia de Cabo Branco

Super linda! Dizem que é a melhor dentre as praias urbanas para estender a canga (com direito a 3 tons de azul do mar)…

Depois de check out feito na pousada, malas deixadas no guarda-volumes da rodoviária, fui bater perna antes de voltar pra Natal.

Tarde: Jardim Botânico (antiga Mata do Buraquinho)

Dá pra chegar lá de ônibus a partir do Terminal de integração (ônibus 301, 302, 303, ou outro que passe na Av. Dom Pedro II).

O lugar foi aberto e reaberto há pouco tempo, segundo a simpática Jane, que trabalha lá.

Ela também informou que algumas mudanças ainda estão sendo feitas, e que podem demorar um pouco pra ficar do jeito que está sendo idealizado. Era uma antiga fazenda, e agora possui locais de tratamento que fornecem água para os bairros próximos.

Para quem quiser fazer uma das trilhas, tem que vestir calça, tênis e fazer agendamento com um dos guias. Como eu não cumpri nenhum dos requisitos, óbvio que não fiz…

Parece que o lugar ainda não é muito divulgado, pois além de mim, só vi um casal de turistas…

Fim da tarde: volta pra Natal…

Adorei Jampa!! As pessoas (tirando a maioria dos motoristas – quando estiverem indo para algum lugar que depende do aviso deles, sente perto e pergunte frequentemente se está chegando, senão eles ‘esquecem’ e não avisam) são mega simpáticas, e os lugares são liiindos! Tem muita coisa pra ver, 3 dias não são suficientes…

A cidade é fácil de andar, achei seguro andar sozinha, o terminal de integração de ônibus é mão na roda, pois lá passam (acho) todos os ônibus municipais e intermunicipais (esses passam na rua de cima) pra cidade e arredores.

A pousada onde fiquei tem uma ótima localização, 1 quarteirão da praia de Manaíra e perto do Mercado de artesanato, mas deixa super a desejar no quesito infra estrutura (chuveiro queimado, lençol e fronha rasgados, café da manhã sem frios – sério, nem queijo tinha), nem deixarei o link aqui.

Veredito: Jampa é ótima! Próximo destino serão as praia do sul.

Mais fotos aqui.

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3 Respostas para “João Pessoa

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