Recife | PE

Depois de João Pessoa, Recife foi o próximo destino pelo nordeste, aproveitei que estava precisando de uns dias off e que tinha passagem de volta baratinha e fui entre os dias 28 a 30 de abril.

A ida foi de ônibus (5 horas de viagem pela rodovia 101, que pelo amor, precisa de reparos!), e a volta pela Avianca (promoção com precinho camarada), mas atrasou 3 horas devido a um passageiro que passou mal no trajeto anterior da aeronave.

Como estava num corre danado dias antes da viagem, nem consegui planejar direito o roteiro de passeios (e me arrependi completamente, pois acho que a gente perde muito tempo e locais para visitar), sem tempo nem de olhar o mapa da cidade…

Na ida não cheguei a descer na rodoviária (que fica afastada), pois amigos sugeriram que descesse antes, na praça Derby, mais perto de Boa Viagem (bairro onde fiquei hospedada). De lá peguei um táxi e fui até o ‘albergue’. Albergue entre aspas, pois é uma casa familiar, o sobrado é que virou acomodação para turistas.

Não vou indicar, pois não foi barato, o chuveiro do quarto não era aquecido e o prometido wi-fi no quarto não conseguia atravessar as inúmeras paredes… Pelo menos o lençol e fronha não estavam furados como os de Jampa… E sim, o café da manhã era bem decente! rs

Preciso parar de ficar em albergues de 2a classe… Hahaha

Passeios:

Sábado – Dia 1

Cheguei em Recife perto do horário do almoço, e depois do check in no dito albergue, fui comer no restaurante Só caldinho de Boa Viagem (não indico os pratos individuais, o meu de camarão veio frio que só…). Em frente tem uma pracinha, lá peguei o ônibus Rio Doce/ CDU e segui para o Instituto Brennand, já que a Oficina estava fechada (são dois locais próximos, mas diferentes). Dá pra descer no terminal e dar uma caminhadinha de 10 minutos que chega lá.

Tem um looongo caminho cheio de árvores, mas dá para pegar ‘carona’ com um trenzinho que leva até a entrada principal.

O local é simplesmente ma-ra-vi-lho-so! Dá vontade de morar lá.

Tem área externa, Pinacoteca com várias exposições, lojinha (que só aceita cheque ou dindin), café… Deixe meio dia para passear por lá.

De lá peguei o ônibus para ir até a Casa de Cultura, que está instalada no antigo presídio. Tem lojinhas que vendem vários tipos de lembrancinhas. O lugar é imenso, mas poucas lojas estavam funcionando… =(

Depois fui caminhando até o Marco Zero (bairro Recife antigo), mas estava tendo algum tipo de corrida no rio. Só parei para fotografar o Santander Cultural. Na foto abaixo dá pra ver umas barriquinhas, é que no domingo tem feirinha no local:

Domingo – Dia 2

Destino > Olinda!!

Gente, que cidade mais linda! Fiquei apaixonada pela mistura de Paraty + Ouro Preto… Os amigos insistiram pra eu ir, porque não estava nos meus planos. Gracias, queridos!

Cheguei lá com o ônibus Rio doce/ Piedade.

Tem ladeirinhas, várias igrejas e ruas pra se perder (vale deixar também meio dia para visitar) :

Me arrependi de não ter montado base lá…

O Centro de informações fica em frente à igreja Matriz, e a moça que me atendeu foi uma das mais simpáticas ever, porque a do Shopping Paço da Alfândega… afe…

Queria ter passado o dia lá, mas a bateria da câmera acabou e ainda queria passar no Recife antigo pra visitar a feirinha e a exposição do Santander Cultural…

Voltei pro albergue (bus Camaragibe/ Conde de Boa vista, acho), descansei um pouco, carreguei a bateria da câmera e fui bater perna de novo pelo Recife antigo:

Santander Cultural fica num prédio restaurado liindo, exposição de grátis:

Marco Zero só da janelinha do Santander, estava rolando show de rock gospel.

À noite jantarzinho gostoso no Chica Pitanga (Boa viagem). Restaurante fofo, com comida regional por quilo. Super indico! =)

2a feira – Dia 3

A ideia era ir até a Oficina Brennand, já que ele fecha de fim de semana e feriado, mas como o feriado foi na 3a feira, pensei com meus botões que a administração teria dó dos turistas e abriria para visitação…

Foi uma via cruz chegar até lá. Sabia que era perto do Instituto Brennand e motorista do ônibus falou pra eu descer no terminal que era perto… Que nada! Ele confundiu com o local que eu já tinha ido! Resumindo, peguei táxi na rua (coisa que odeio fazer!) e cheguei na Oficina. Só tinha umas poucas pessoas, quando fui andando em direção da bilheteria, fechado, só tinha um segurança! De tanto reclamar, ele ficou com pena e deixou eu fotografar alguns locais…

Fiquei mega brava, pois era um dos locais que eu mais queria ter visitado…=(

Administradores, pensem nos turistas que só têm os fins de semana e feriados para visitar o espaço…

Portanto chequem no site antes de ir para não perder viagem, pois fica num local longinho, meio que no meio do mato…

De lá fui encontrar uns amigos e à noite, back to Natal city.

Conclusão: gostei muito da ‘cidade grande’, tem uns lugares lindos, mas achei um tanto perigoso andar em alguns, e fotografar a Rua Aurora, por exemplo, no way sacar a câmera, o que é uma pena, pois é muito fofa. Matraqueando conseguiu a façanha! rs

O povo recifense é gentil, prestativo e descolado (adorei as estampas que algumas gurias vestiam, lembrou muito o estilo carioca), nada acomodado. A capital pernambucana pulsa e respira cultura, dá pra sentir uma certa vanguarda e vontade de inovar.

Quero voltar de novo, desta vez com um roteiro mais estudado e assistir manifestações culturais.

 

Mais fotos aqui.

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2 Respostas para “Recife | PE

  1. Mari, quando for gente grande, quero fazer igual!
    Tudo lindo, as fotos, os comentários.
    BeijOs.

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