Santiago do Chile! Segundo dia

O dia começou mais cedo e foi dedicado aos cerros.

No caminho do cerro Santa Lucía, dentro do metrô, que estava lotado, vi 2 senhorzinhos quase dando porrada um no outro!

Como estava bem cheio, o que desceu na estação deve ter xingado feio (não entendi bolhufas o que ele disse) porque o que ficou no vagão começou a falar alto e empurrar o primeiro, que já fez posição de luta, tipo chamando pra brigar, o segundo quase foi, mas acabou deixando quieto. Não sei se é comum, e nem sei porque o primeiro ficou tão bravo, afinal o metrô fica uns minutos parados nas estações, dá tempo tranquilo de todo mundo descer…

O cerro Santa Lucía não é muito alto, dá para fazer a pé ou subir até um certo ponto de carro. Fui à pé, paguei todas as minhas penitências… hahaha

No primeiro ‘andar’ tem uma réplica da Fontana di Trevi, de Roma.

Dá para ver parte da cidade, e como o topo é estreito, tem que ir revezando o sobe e desce pela escadinha sem vergonha…

De lá fui até o cerro San Cristóban, mas às 2as ele só abre depois das 14 hs., aproveitei que estava com fome e fui almoçar. Parei num restaurante bem na calle Pio Nono. Mas é um puta restaurante pega turista, depois que sentei e fiz pedido, o gerente ficou parando todo mundo e falando para entrar… Afe… E o garçom trouxe entrada, sem eu ter pedido, e na hora de pagar a conta, lá estava ele na cobrança…

Depois me arrependi de ter comido lá, dei uma volta no quarteirão e vi trocentos outros restaurantes nas ruas Dardignac e Constituicion, inclusive o famoso Como água para chocolate.

Então fica a dica, vá aos outros restaurantes ao redor da Pio Nono, ou no Pátio Bellavista, que fica no caminho entre o metrô e o cerro, é um shopping aberto com lojinhas e restaurantes.

Como ainda tinha tempo, mesmo sabendo que estava fechado, fui até La Chascona (a Descabelada), 3a casa de Pablo Neruda com sua 3a esposa Matilde (a 1a fica em Isla Negra, e a 2a em Valparaíso), que fica ao lado do cerro.

Hora de subir no cerro!

Só deu para fazer pelo funicular, pois o teleférico está fechado, não há nem previsão para voltar a funcionar.

Lá em cima só dá para olhar e pensar: Uau, uau, uau!

É bem mais alto que o Santa Lucía, está dentro do parque Metropolitano, que é o maior da cidade, acho. Não andei ele todo, tem várias trilhas e boyzinhos namorando pelos cantos…

Dá vontade de ficar o dia inteiro lá, só olhando pra cordilheira. Neste dia a manhã teve sol, mas depois do almoço ficou nublado, pelo menos não choveu…

O topo é a imagem da Virgem:

Na volta parei no Patio Bellavista para tomar um café, fui ao Mosai café, sentei do lado de fora, esperei, esperei e como ninguém me atendeu, fui para o Mc Café, ótima escolha, tinha promoção de pagar uma torta e ganhar um café com leite, de brinde ainda vieram copão de água com gás (e não aquela sem vergonice que dão no Brasil) e biscoitinho. Preço? Nem R$ 8,00.

De lá fui bater perna nas lojas da Ahumada, que tem várias lojas com preços  mais baratos que no Brasil (uns 20%). Tem também vários restaurantes e cafés (com ou sem piernas… rs).

Fui caminhando super feliz de estar lá… Monte de gente, ruas seguras e eu ali, ‘perdida’…

Visitar Santiago valeria só pelas idas aos cerros, principalmente ao San Cristóban… Dá vontade de subir todos os dias!

Guia

Cerro Santa Lucía > estação Santa Lucía, saída Miraflores, é só atravessar a rua que já está na entrada do cerro. De grátis.

Cerro San Cristoban > estação Baquedano. Saia da estação, olhe para cima, e vá seguindo a imagem da santa. É só ir até o final da calle Pio Nono. Subida e descida uns R$ 8,00.

Paseo Ahumada > Estação Universidad de Chile (é bom prestar atenção, pois há 3 estações com o nome Universidad).

Língua

No hablo español, somente portuñol… Deu pra me virar bem, pois geralmente tinha que falar em español para pedir informações, perguntar se podia fotografar e outras cositas básicas. Em alguns restaurantes tem cardápio em inglês.

Só acho que, se você está num país que fala outra língua, por mais que seja próxima do português, não custa nada aprender algumas palavras. Não adianta você chegar no caixa e pedir um chocolate quente pra moça, como vi acontecer no McDonald’s, ela vai ficar olhando pra você com cara de interrogação.

Nos primeiros dias fiquei pagando mico falando algumas palavras com sotaque argentino, que é diferente do chileno, claro… hahaha

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