Ushuaia | Argentina

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‘Usuaia’, como dizem os argentinos, é uma cidade beeem maior que El Calafate.

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Apesar de também ter uma avenida principal, San Martín, não é a única, nas paralelas e travessas também há muito comércio, lojas, restaurantes e agências de viagem. As opções são muito maiores lá.

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O comércio mantém o costume da ‘siesta’, a grande maioria fecha mais ou menos entre 13 e 16 hs., portanto não estranhe se o centro estiver vazio depois do almoço…

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Em relação à vida dos moradores, também é diferente, lá os regionais andam pelo centro, frequentam os restaurantes (os que ficam na parte central da San Martín são um tanto mais caros, nos 2 extremos têm vários restaurantes com promoção), fazem caminhada, cooper; enquanto que em Calafate, parece uma cidade cenográfica, mas não deixa de ser bacana…

A cidade tem suas ladeiras, mas se uma estiver muito hardcore, ande até a próxima, que pode ser mais tranquila. No final das contas eu subia qualquer uma, já que estava cansada mesmo… hahaha

Dia 1

Cheguei na cidade já de tarde, fui jantar e dar uma volta para me localizar.

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Dia 2

De manhã fui fazer a visita à geleira Martial, que fica bem perto da cidade.

Tomei um táxi do hostel até o teleférico, depois peguei o tal e daí tem várias opções de trilhas para chegar ao ‘pé’ do glacial.

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O tempo também é bem instável lá. O próprio moço do hostel disse que não se confia na previsão do tempo, que muda a toda  hora, a moça de Calafate disse que pode até nevar no verão!! Cito isso porque algumas partes da trilha estavam lamacentas, e não prossegui porque estava com tênis normal (não acho que precise de tênis especial e/ ou de trekking, mas ajuda…), e como sou meio desastrada, fiquei com medo de escorregar, então não avancei na geleira, mas tinha galera que subiu uma boa parte.

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Antes de voltar  para a cidade, tome um lanche ou uma refeição no restaurante que, olhando para o teleférico e glacial, fica do lado esquerdo. É de um casal super fofo, os preços são bons e a comida é ótima. Se não tivesse que pegar táxi para chegar lá, certamente teria ido comer mais vezes.

À tarde

Visita aos museus do Presídio e Marítimo, que na verdade ficam num mesmo local.

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Bacana de conhecer, o espaço é bem grande e possui galerias de arte também. Tem uma ala que me lembrou muito o Carandiru, energia pesada, tanto que meu memory card pifou…

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Outro também para ser visitado é o Museu do Fim do Mundo, que fica em 2 locais distintos (dá para ir à pé de um para outro), mas paga-se somente uma vez (poucas fotos, por conta do problema no cartão de memória).

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Dia 3

De manhã teve um passeio óóótemo! Voo panorâmico de ‘avião’.

A reserva foi feita pela agência Canal Fun (procure a Lola, mega querida), com duração de 1 hora, pode ser também de 30 minutos. Outra opção é realizar o sobrevoo de helicóptero, mas 15 minutos custam mais de 1.000 pesos!

Fui de táxi até o aeroclube, mas dependendo de onde estiver hospedado, dá para ir à pé (outro dia voltei lá e ‘descobri’ que é de onde se tem umas das melhores vistas da cidade).

Não sei se a aeronave pode ser chamada de avião… rs

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Preparar!

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Apontar!

Vai o piloto, co pilota (eu, no caso) e mais uma pessoa atrás.

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Up in the air! Sobre a Ilha Redonda, que na verdade não é redonda…

Não deu para sobrevoar a cordilheira porque estava tudo encoberto, a torre de controle não liberou =(

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Farol do Fim do Mundo visto de cima

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Puerto Williams | Chile

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Agústin super concentrado

Agústin deve ser o piloto mais chico da Terra! Confesso que no começo fiquei com medo, pois ele tem ‘só’ 19 anos! Mas é super competente, muito fofo, ia dando as indicações dos locais que estávamos sobrevoando.

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Tarde

Teve o passeio marítimo pelo Canal Beagle, também reservado pela agência do sobrevoo.

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O Farol do Fim do Mundo, agora visto mais de perto
(na verdade este não é o último farol, ainda tem um na Antártida)

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Neste também é bom ir bem protegido para enfrentar o frio e se molhar, tanto que depois de pegar uma tempestade na volta, entrei encharcada na cabine, e o chefe da embarcação me deu papel pr’eu me secar… kkk

Este barco foi menor que o outro, do passeio de Calafate, achei melhor, a muvuca é menor, é mais tranquilo, e servem até lanchinho. A duração é mais curta que o de Calafate, umas 4 horas.

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A embarcação passa e ‘estaciona’ para olhar as ilhas com leões marinhos, pinguins (se quiser descer e interagir com estes animais, tem que fazer o passeio da Pinguinera), e fizemos pit stop numa ilha para fazer uma caminhada e a guia comentou sobre os aborígenes que viveram lá. Tudo muito bem orientado, tem a trilha de onde não se deve sair, não pode tocar em tudo, para preservar o local (sem fotos, tava chuviscando muito)…

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Sobre os passeios marítimos, têm trocentas opções e agências, algumas ficam espalhadas pela cidade, e outra ficam concentradas na marina, tem cabininhas das empresas que fazem os passeios atrás do Centro de Informações (quando passar por lá, carimbe seu passaporte!).

Dia 4

Parque do Fim do Mundo

Têm agências que fazem o passeio, mas dá para chegar lá indo até um lugar que fica ao lado das lojinhas dos artesanato, que fica do lado do Centro de informações. De lá saem as vans que vão para o parque e para a Estância Harperton, para que quiser fazer este passeio, já que não tem linha regular de ônibus para estes lugares.

Para voltar tem as paradas certas. As vans passam às 15, 17 e 19 horas, depois desse horário, está por conta.

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É perto da cidade, leva menos de 1 hora para chegar lá.

Antes de entrar oficialmente, tem parada para pagar a taxa de entrada. Lá você recebe um mapa que mostra todo o parque e as opções das várias trilhas. Tem o pessoal mais hardcore que passa o dia caminhando.

Peguei uma tranquila que passava por vários pontos de parada para apreciar o lugar que é super massa!

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Castores fazendo seu trabalho no lugar errado…

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Pena que aqui também choveu quase o tempo todo…

Vá bem agasalhado. Fui de tênis normal, dá para ir na boa, pelo menos na trilha mais sussa.

Leve barrinha, chocolate, água, suco, porque só tem um ponto no parque todo que vende comes e bebes.

Voltei de lá moída, já que estava acumulando cansaço desde o primeiro dia, mas tem que conhecer!

Dia 5

Aproveitei para fotografar a cidade, já que no dia seguinte, logo cedo pegaria avião para Bs As.

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Tchau, 2 das cidades mais lindas (e frias) que conheci. Volto logo, logo!

Sim, foi difícil ir embora… Ok, ok, sei que sempre é, mas…

=)

Sobre hostel:

Cheguei ao hostel de táxi mesmo, já que não há serviço como nas outras cidades.

Peguei um quarto privativo com banheiro compartilhado com um outro também privado, então foi tranquilo. O problema é o espaço onde fica o chuveiro: minúsculo! Não dava para tomar banho direito, não se conseguia nem dar 1 passo pro lado… =(

Fora isso, os chicos que trabalham lá também são mega simpáticos e sempre à disposição…

Calefação do quarto e wifi funcionam super bem.

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