San Pedro de Atacama – Dia 3

Dia 3 – Tour Arqueológico (manhã).

Fomos em um grupo pequeno.

Passamos por 3 lugares, o primeiro foi Pukará de Quitor, que tem uma subidinha danada, mas dá para fazer umas paradas nos “mirantes” e ficar apreciando o vale por onde corria um rio.

Foi um forte de pedras construído pelos atacameños no século XII contra a invasão Inca e colonizadores espanhóis. Foi reconstruído pela Universidade de Antofagasta.

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Como a descida é sempre pior, acabou com minhas coxas… rs

De lá fomos para Aldeia Tulor (10 km de Atacama). São construções também do povo local feitas de Adobe e que datam de 800 a.C. a 50 d.C.

Como diz Silvia, do Matraqueando, não crie muitas expectativas em relação a estes locais, não há muito o que se ver, mas possuem enorme importância histórica.

Quem quiser, pode ir para Pukará de Quitor saindo de Atacama à pé ou de bike, pois fica a 3km do centro, só acho complicado ir debaixo do sol, que é cruel demais! Eu não dou conta… =P

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Estes dois locais envolvem polêmicas, pois dependem de questões e interesses de preservação, e principalmente financeiros. Não estou por dentro do assunto, portanto coloco aqui o que me foi dito, que os lugares poderiam ser melhor explorados e desenvolvidos para o turismo, mas não existe interesse para tal, por isso há pouquíssimas coisas para se ver, a maioria está debaixo da areia. Da Aldeia Tulor, só 5% está à vista a partir de um mirante que foi construído…

Outro exemplo é a Laguna Cejar. Não fiz o passeio, pois desde 01/01/15, a taxa de entrada subiu de 2 mil para 32 mil pesos chilenos, ou seja, muito mais caro que o passeio em si! Os turistas têm preferido ir para outro local: Laguna Puritama (não fui).

O que eu ouvi falar é que é uma questão capitalista, parece que uma rede hoteleira comprou parte da lagoa para que seus hóspedes possam desfrutar do lugar, e aumentaram o preço da entrada para restringir o acesso do público em geral. A justificativa oficial é que é para preservar o ecossistema do local… Bom, para isso, era só controlar o número diário de visitantes, não? Enfim, achei muito caro e tirei da minha lista.

Voltando ao passeio, por último, fizemos uma parada numa ‘fazenda’ mantida por nativos > Ayllu de Coyo. Lá vimos algumas plantações, demos comida aos lhamas, e tomamos um café da manhã com comidinhas típicas. Ótimo!!

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