Arquivo da categoria: design

MAC

Quando fazia o mestrado na USP, frequentava (às vezes), o MAC (Museu de Arte Contemporânea) que ficava dentro do campus.

Desde 2012, ele foi transferido para o prédio que comportava o Detran, em frente ao Parque do Ibirapuera.

Ótima mudança!

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Este ano finalmente criei vergonha na cara e fui conhecer a nova “casa”.

Que grata surpresa, o prédio tem 7 andares, nem todos estão ocupados (ainda) por exposições.

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Como nem tudo são flores, sim, falta um café (tem só uma maquininha). Algumas expôs precisam ser melhor iluminados, mas nada que prejudique a visita.

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Sugiro começar pelos andares inferiores e ir subindo. As obras mais famosas estão nos últimos andares.

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Tarsila do Amaral

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Modigliani

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Miró

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Picasso

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Matisse

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Chagall

 

E claro, tem o terraço, com  direito a vista 360 graus!

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E o melhor, entrada gratuita!

Link aqui.

 

Hotel Okura | Tóquio

Li a notícia da demolição do Hotel Okura, cuja arquitetura é representante da época da pós-guerra, e meu coração já ficou apertado.

Apesar de prometerem “reproduzir fielmente” o estilo original, sabemos que não será bem assim..

Por que esta necessidade de botar o local abaixo? Não seria suficiente fazer  restaurações, extensões? Necessidade estúpida de precisar “renovar” o tempo todo…

Este caso me lembra outro, que postei aqui anos atrás…

 

Elevador da Glória e around, Museu do Azulejo, Cinemateca & Parque das Nações

Dando continuidade aos passeios com bondinhos, peguei o Elevador da Glória (na verdade bondinho) e fui para a parte alta da cidade, de onde se consegue perder fácil pelas ruas ao redor e encontrar joias escondidas.

No final da parada tem uma simpática pracinha com um café:

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E de lá é só bater perna:

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Fiquei fissurada (pirei, na verdade) pelos prédios de azulejo verde:

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Museu Nacional do Azulejo (outro assunto pelo qual sou fascinada), fica afastado do centrão, mas dá para chegar.

O museu é bem bacana, grande, tem desde obras tradicionais até de vanguarda.

Não deve ser muito visitado, só vi mais 3 pessoas passeando por lá.

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No meio do museu tem jardim (cuidado com as portas que dão acesso, quase quebrei uma delas que estava com sinalização verde ao tentar abri-la, uma funcionária apareceu correndo para ver o que tinha acontecido, e falou brava pra ir para a outra porta, mas depois veio toda fofa perguntando se tinha gostado):

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Cinemateca:

Não sabia que existia, foi uma amiga que indicou. Além de sessões de cinema, tem exposições, livraria (com funcionária também mega simpática, conversamos bastante) e café. Cuidado com horário, só abre depois do meio dia, apesar do que informa o site.

A mocinha da livraria disse que muitos portugueses e turistas comentam que chegaram ao local ao passar em frente, pois não é muito divulgado…

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Parque das Nações:

Assim que você chega na estação de metrô, que tem esses azulejos ‘grafitados’:

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Quando sai da estação, dá de cara com o shopping Vaso da Gama, ao atravessá-lo, chega ao parque, que é enooorme de grande.

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Tem Oceanário:

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Teleférico que ajuda a ir de um lado ao outro:

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E vários outros espaços, também dá para passar o dia:

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PRODUÇÃO:

Elevador da Glória – bondinho sai de uma travessa da av. da Liberdade, perto da Pça. do Rossio

Museu Nacional doAazulejo – só na volta descobri que tem ônibus (não lembro o número) que sai da praça em frente à Fundação Saramago, melhor do que ir de metrô (como fiz) e ter de andar uma parte meio suspeita para chegar lá.

Cinemateca – travessa da av. da Liberdade

Parque das Nações – estação de metrô Oriente

Gaudí | Barcelona

Dia de Gaudí e suas maravilhosas arquiteturas

El park Güell

Este parque, que à princípio foi construído como residência (sim, residência) particular, e só depois foi aberto ao público, comporta diversas obras famosas de Gaudí.

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Sagrada Família

Ao ver este lugar (e os outros, claro) só pelas fotos vc não tem noção do que realmente é…

Clichê, mas tem que conferir ‘ao vivo’.

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La Pedrera

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Casa Batlló

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PRODUÇÃO

Parc Guell

A mocinha do hotel me ‘enganou’ dizendo que um ônibus que passa em frente ao hotel parava no Parc Guell, mas não, tem que pegar o 24 (do Passeig de Gràcia ou Plaça Catalunya), que para em frente ao portão superior. De novo, é bom ir cedo, na hora em que cheguei ao portão principal, que fica na parte inferior do parque, tinha tanta gente fazendo muvuca pra tirar foto que senti vontade de gritar: olha a feira…

Das obras de Gaudí, só fui no parque, porque as outras 3 achei os preços abusivos (o parque ainda é gratuito). Vale a pena pagar 20 euros (preço médio de cada ingresso) para entrar? Claro que sim, mas achei um pouco demais e não fui… Fiquei com dó das minhas moedinhas

=(

Se me arrependi? Ainda não…

Sagrada Família

Este foi o dia das info desencontradas… rs

Demorei até chegar ao  local, de metrô ficava complicado (muitas baldeações) e não tem ônibus direto do parque até lá. Resumindo, peguei um ônibus até o metrô AlfonsX e fui à pé.

La Pedrera

Almocei num buffet na Carrer Provença (também com direito à comidinha fria, quente, refrigerante, café, chá e sobremesa), nada demais, mas entre ele e Mc, fui nesse… De lá segui na mesma carrer e bati perna até a Casa Batlló.

 

Necessidade

Hoje foi dia de encher os olhos e a alma de arte!

Finalmente consegui ir à Pinacoteca!! Museu preferido de SP city!!

Ainda no metrô tinha intervenção artística defendendo os direitos humanos:

Sobre essa relação com a Pinacoteca, além de obviamente ter um acervo maravilhoso, e arquitetura idem, talvez tenha a ver com a questão de reviver a minha infância, pois até a 2a série estudei ali perto, morávamos no centro da cidade, andei muito pelos lados da Luz, Tiradentes e do Bom Retiro, que dão uma certa sensação de familiaridade e conforto.

Pics das exposições (qualidade #modeoff total) :

Cidade maravilhosa em 1844

Retrato de evento que não era da realeza, e sim festa escolar no jardim do Palácio do Ipiranga (atual museu, bairro já postado aqui)…

No subsolo está rolando exposição do material de Rubens Fernandes (que na minha época universitária, era diretor da Faculdade de Comunicação).

Mais imagens:

Outro cartão postal vizinho:

Estação de trem Júlio Prestes

Depois da Pinacoteca, finalmente peguei a tão (bem) falada linha Amarela do metrô! E não é que é tudo isso mesmo?

Bacana ver o design ‘mudérrno’ do trem. Estranho ver que no mesmo não tem separação entre os vagões, e o mais surreal é que não tem condutor! O máximo!! São Paulo merece merece e precisa dessas inovações, afinal é metrópole do mundo.

O destino seguinte foi o Masp. Como 3a feira a entrada é de grátis (na Pinacoteca é aos sábados) e estamos na época de férias, óbvio que estava abarrotado de gente!

O que me faz sentir certa nostalgia do tempo que fazia freela e tinha horário comercial ‘free’ para fazer todos esses passeios sem pegar muvuca. Não que estivesse nesse ponto no Masp (Pinacoteca tinha gente, mas beeeem mais tranquilo), porém sem paciência para pegar ‘fila’ para ver as pinturas mais famosas (sem fotos, proibido mesmo sem flash)…

Foi ótimo ter suprido essa necessidade que às vezes a gente esquece, de parar um pouco essa nossa louca vida e ter momentos para apreciar as coisas belas, aquelas que te emocionam, que pedem outro tipo e tempo de atenção…

 

Atualizando: Os murais do metrô Luz foram feitos pelos alunos do CEU EMEF Parque São Carlos, da querida Sueli Silva!!

Rino parade

Em vez da Cow parade, Rino’s:

Pena que só fotografei um… =(

A single man


A single man (2009), dirigido por Tom Ford.

Sim, o estilista agora também dirige imagens em movimento… Antes de torcer o nariz, resolvi assistir, afinal, sempre vale a pena ver qualquer filme em que o elenco principal (Colin Firth e Julianne Moore) atue, além da obra ter recebido importantes prêmios e indicações.

No Brasil recebeu o infeliz título de Direito de amar (será que o nome foi inspirado em alguma novela do SBT?). Teria sido mais justo terem traduzido literalmente…

O filme baseado no livro de Christopher Isherwood (1904-1986), narra a vida do professor George (Colin Firth) meses após a morte de seu companheiro em um acidente, na década de 1960, em Los Angeles.

Passamos o dia com o personagem, e acompanhamos este recorte de sua vida, que vai sendo preenchido com flashbacks da convivência ao lado de seu companheiro. O personagem é um tanto melancólico, talvez por ainda estar abatido pela perda de seu companheiro, mas isso não o impede de aproveitar as novas oportunidades que a vida traz.

O filme obviamente tem uma belíssima estética plástica e nem preciso fazer comentários a respeito dos figurinos que são impecáveis…

Felizmente esse visual realizado pela direção de arte está de acordo com a narrativa, que não tem nada de ousada, sendo até bem quadradinha.

Mas a arquitetura da casa do personagem, as cores utilizadas em todos os cenários, móveis, objetos, a fotografia e o enquadramento destacam a composição visual do filme, que é super bem composta, nota-se que seu conceito foi  elaborado e executado com sucesso.



O longa me fez pensar na efemeridade da vida, no carpe diem com as pessoas que você ama e quer bem, porque num segundo tudo pode acabar, e não tem volta.

The End…

E há uma reviravolta no final que reforça esta ideia.


Que seja eterno enquanto dure, mas que haja intensidade e seja bem aproveitado.


Link para o site do filme aqui.


Trailer oficial: