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Passada rapidinha por Brasília/ DF

Tive um compromisso rápido por BSB, só deu tempo de conhecer lugares ao redor de onde fiquei hospedada (SQN 104) e dar um rolezinho pela Esplanada.

Ainda estou com dificuldade de entender a numeração da cidade. Depois que se entende, deve ser mega prático e fácil.

=)

Na asa norte tem uma parte que é comércio e a outra é residencial, prédios baixinhos, cada quadra com estética diferente de textura e cor dos prédios. Fofo!

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Comecei a bater perna pela Catedral, estava louca para ver o lugar in loco. E realmente é mara, tudo impressiona, apesar de pequena.

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Depois fui caminhando pelos ministérios até chegar ao Palácio do Itamaraty, tentei visitar o museu, mas estava vestindo shorts (na minha opinião, era bermuda, mas tudo bem, fica pra próxima), e não rolou (de fim de semana, pode).

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Logo à frente, à esquerda, está o imponente Congresso Nacional.

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Descendo, chega-se até a Praça dos Três Poderes.

À direita, fica o Supremo Tribunal Federal.

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No meio, o Panteão da Liberdade (não entrei porque o céu já estava ficando escuro por conta da chuva). Vi que atrás tem um parque.

A estrutura branca com duas peças foi feita para remeter à imagem de uma pomba.

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À esquerda (foto abaixo), o Palácio do Planalto.img_2229.

Subi pelo outro lado (lateral do Congresso), que dá para o Palácio da Justiça.

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Continuei andando do outro lado do “Eixão”, até chegar na altura da Catedral e atravessei para visitar o Museu Nacional.

Confesso, não tinha ouvido falar, vi sem querer, quando desci para ir à Catedral.

E que bom, pois me surpreendeu! Está tendo a expô “Onde anda a onda”, de artistas brasilienses.

Muita coisa interessante. Quis trazer algumas peças para casa… rs

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O espaço dentro é gigante! Super super super indico!!!

 

Em frente fica a Biblioteca Nacional.

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Não consegui ir no CCBB, Caixa Cultural, Parque da Cidade…

Mas o local que queria ter passado sem falta foi na Torre da TV, é pra ser visitado no fim da tarde… Ficará pra próxima.

 

A imagem abaixo não é do fim da tarde, mas do nascer do sol… Aliás, o céu de Brasília é uma coisa massa!

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Serviço

  • Primeira vez que fui de AirBnB, dei sorte! Tudo certo.
  • Uber super funciona (para sair do aeroporto, inclusive). Use!
  • Pelos poucos lugares que andei, achei muito seguro, inclusive para andar com celular na mão.
  • Alimentação um pouco mais cara que São Paulo…

Mahmed | RN

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Faz tempo que tinha ouvido falar do quarteto instrumental potiguar, mas  nunca tinha parado para escutar…

Quando o fiz, foi “crush” nos primeiros acordes!

Duca! Fodástico demais! Mara! Massa!

O som da banda te leva pra uma viagem sensorial e litúrgica, pro país das maravilhas, algum universo paralelo, onde só existem os sentidos…

 

Louca pra ouvir e ver ao vivo.

 

 

 

 

Stomp

Durante a época da faculdade conheci o grupo catalão La Fura Dels Bauls, desde então viciei neste tipo de apresentação, performance, que não é teatro, espetáculo, saltos, escaladas, ou é tudo ao mesmo tempo misturado. Não se trata de teatro tradicional com palco e atuação…

São eventos com mega estrutura, em que diversas situações ocorrem em vários lugares dentro do “teatro”.

La Fura tem um lance mais visceral, é forte, muito marcante! Você meio que sai com a alma lavada…

A última vez que assisti o grupo foi no Memorial da América Latina, anos atrás…

Depois conheci Fuerza Bruta, dos hermanos argentinos. Eles têm uma pegada La Fura (mas confesso que os espanhóis moram no meu <3)…

E esta semana assisti pela primeira vez o grupo inglês Stomp.

Eles já vieram várias vezes para o Brasil, mas só agora rolou de ir.

O show é todo no mesmo palco, trabalham com o visual, mas principalmente com o sonoro, percussão. Tiram sons de qualquer tipo de material, desde os mais pesados até saquinho de plástico.

Muito massa! Perfeito! Fodástico!

Como não podia tirar foto, não resisti e saquei uma de uma das melhores partes do show, que acontece no “mezanino” do palco.

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SP city | março, abril 2015

Fim de março e abril, estava em SP city, por boníssimos motivos: visitar família, encontrar amigos, e… Exposição Picasso, Ibercom e Lollapalooza!!!

O passeio das artes foi no CCBB. Não tem obras só de Picasso, mas também de Miró (<3) e Dalí.

Fila de mais ou menos 1 hora para entrar… Mas super vale a pena!!

Algumas pics do lado ‘de fora’, porque dentro não pode fotografar nem sem flash (qualidade ruim, desculpaê):

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Entrada gratuita. Vai até começo de junho.

Ibercom é congresso internacional de comunicação em que apresentei trabalho, sobre a tese, of course.

Foi na ECA da USP, foi massa ter voltado pra lá…

Lollapalooza!! Yay!

Queria ter ido nos dois dias (28 e 29/03/15), mas só rolou domingo, pra ver principalmente Interpol e Foster the people.

O evento rolou no Autódromo de Interlagos.

Achei tudo muito bem organizado, desde a saída do metrô Autódromo, cheia de indicações de como chegar à pé no local. Lá dentro também, sem reclamações quanto à organização, e nem tinha tanta fila pra usar o banheiro feminino… rs

E gente, moooita gente…

Pics do show do Foster… Achei que foi muito no ritmo de boatezinha, sabe? Dançantezinho demais, mas foi ótimo!

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E do Interpol… Nada a ver tocarem às 15h30, mas enfim…Pelo menos rolou uma chuvinha pra tirar o clima “show no meio da tarde com sol escaldante”…

Amor ficou ainda maior… Só faltou No I In Threesome

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Hou Hsiao-hsien

Fui influenciado por um velho provérbio chinês atribuído a Confúcio: “Olhar e não intervir”, “Observar e não julgar”. O importante não é intervir sobre as coisas, modificá-las ou criticá-las. Cada coisa, cada pessoa é diferente. Cada pessoa tem seu próprio meio, seu próprio ambiente. Então, julgar é vão e inútil. O que eu quero é estar no meio, e simplesmente ver o que acontece no interior de cada ambiente, sem procurar criar julgamentos. Eu sei que não passo de uma subjetividade, mas posso apesar de tudo tentar me situar no meio das coisas sem imprimir a marca de minha subjetividade sobre a dos outros. Até agora, foi sempre nesse sentido que trabalhei.

Hou Hsiao-hsien

 

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Avisado?

Cada país e até região tem suas tradições, costumes, cultura.

Alguns mais radicais, outros mais liberais.

E no Brasil?

O país das bundas e peitos de fora durante o Carnaval (quer dizer, não só nessa época), que se diz ‘liberal’ e sem preconceito, passa por uma situação complicada.

O filme Praia do futuro, dirigido por Karim Aïnouz, trata, também, da relação de um casal homossexual.

Sim, tem cenas de sexo (não explícitas), tem beijo na boca e partes íntimas expostas, mas tudo tratado de um modo muito natural.

A história do filme trata do amor, que independente se hétero ou homo, deveria ser respeitado.

Mas não, um cidadão de João Pessoa foi informado na hora da compra do ingresso, sobre as cenas de sexo gay, e teve seu ticket carimbado com um “Avisado”…

Ninfomaníaca – Parte 1 e 2, também tem cenas de sexo, explícitas até. Um filme Bósnio também tem cenas fortíssimas (não de sexo, mas de violência). E beijo na boca de casal gay na novela de canal aberto pode? Ou será que se, em vez de um casal de homens, fosse de lésbicas, como em Azul é a cor mais quente, daí não teria problema?

Tem algo muito estranho rolando por aí…

 

Para acalmar uma certa inquietude2

Um dia ainda lerei para você:

Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, mas com tamanha intensidade, que se petrifica, e nenhuma força jamais o resgata!

Fácil é ouvir a música que toca.
Difícil é ouvir a sua consciência. Acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas.

Fácil é ditar regras.
Difícil é segui-las. Ter a noção exata de nossas próprias vidas, ao invés de ter noção das vidas dos outros.

Fácil é perguntar o que deseja saber.
Difícil é estar preparado para escutar esta resposta. Ou querer entender a resposta.

Fácil é chorar ou sorrir quando der vontade.
Difícil é sorrir com vontade de chorar ou chorar de rir, de alegria.

Fácil é dar um beijo.
Difícil é entregar a alma. Sinceramente, por inteiro.

Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida.
Difícil é entender que pouquíssimas delas vão te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro.

Fácil é ocupar um lugar na caderneta telefônica.
Difícil é ocupar o coração de alguém. Saber que se é realmente amado.

Fácil é sonhar todas as noites.
Difícil é lutar por um sonho.

Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar.
Difícil é mentir para o nosso coração.

Fácil é ver o que queremos enxergar.
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto. Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil.

Fácil é dizer “oi” ou “como vai”?
Difícil é dizer “adeus”. Principalmente quando somos culpados pela partida de alguém de nossas vidas…

Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.
Difícil é sentir a energia que é transmitida. Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa.

Fácil é querer ser amado.
Difícil é amar completamente só. Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois. Amar e se entregar. E aprender a dar valor somente a quem te ama.

Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião.
Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente sentimos.

Carlos Drummond de Andrade