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35mm

Podem me chamar de antiquada e saudosista, mas, pra mim, cinema é capturado e exibido em 35mm.

Alguns cineastas estão voltando para a película: Martin Scorsese, Christopher Nolan, Quentin Tarantino…

Sam Mendes, depois de ter filmado o penúltimo 007 em digital, fez o novo longa em negativo:

“Eu amei usar película novamente. Película é difícil, é impreciso, mas isso também é a glória desse meio. Há uma mágica lá; você ganha muito e às vezes você perde muito, mas o risco vale a pena. Eu estava tão aliviado assistindo as películas diárias do primeiro dia no filme. Tinha um romance, uma ligeira nostalgia, que era minha própria imposição, mas eu tinha essa sensação. E isso não é inadequado quando se trata de um clássico filme da franquia Bond”.  (Mendes, Sam Mendes)

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É por isso que <3 stop motion…

Tem como não gostar de stop motion?

Definitivamente, não!

Assisti esse curta mega fofo > The Joy of Books

 

 

Passada rapidinha por Brasília/ DF

Tive um compromisso rápido por BSB, só deu tempo de conhecer lugares ao redor de onde fiquei hospedada (SQN 104) e dar um rolezinho pela Esplanada.

Ainda estou com dificuldade de entender a numeração da cidade. Depois que se entende, deve ser mega prático e fácil.

=)

Na asa norte tem uma parte que é comércio e a outra é residencial, prédios baixinhos, cada quadra com estética diferente de textura e cor dos prédios. Fofo!

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Comecei a bater perna pela Catedral, estava louca para ver o lugar in loco. E realmente é mara, tudo impressiona, apesar de pequena.

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Depois fui caminhando pelos ministérios até chegar ao Palácio do Itamaraty, tentei visitar o museu, mas estava vestindo shorts (na minha opinião, era bermuda, mas tudo bem, fica pra próxima), e não rolou (de fim de semana, pode).

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Logo à frente, à esquerda, está o imponente Congresso Nacional.

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Descendo, chega-se até a Praça dos Três Poderes.

À direita, fica o Supremo Tribunal Federal.

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No meio, o Panteão da Liberdade (não entrei porque o céu já estava ficando escuro por conta da chuva). Vi que atrás tem um parque.

A estrutura branca com duas peças foi feita para remeter à imagem de uma pomba.

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À esquerda (foto abaixo), o Palácio do Planalto.img_2229.

Subi pelo outro lado (lateral do Congresso), que dá para o Palácio da Justiça.

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Continuei andando do outro lado do “Eixão”, até chegar na altura da Catedral e atravessei para visitar o Museu Nacional.

Confesso, não tinha ouvido falar, vi sem querer, quando desci para ir à Catedral.

E que bom, pois me surpreendeu! Está tendo a expô “Onde anda a onda”, de artistas brasilienses.

Muita coisa interessante. Quis trazer algumas peças para casa… rs

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O espaço dentro é gigante! Super super super indico!!!

 

Em frente fica a Biblioteca Nacional.

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Não consegui ir no CCBB, Caixa Cultural, Parque da Cidade…

Mas o local que queria ter passado sem falta foi na Torre da TV, é pra ser visitado no fim da tarde… Ficará pra próxima.

 

A imagem abaixo não é do fim da tarde, mas do nascer do sol… Aliás, o céu de Brasília é uma coisa massa!

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Serviço

  • Primeira vez que fui de AirBnB, dei sorte! Tudo certo.
  • Uber super funciona (para sair do aeroporto, inclusive). Use!
  • Pelos poucos lugares que andei, achei muito seguro, inclusive para andar com celular na mão.
  • Alimentação um pouco mais cara que São Paulo…

Tese > Koreeda

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Foram quase quatro anos para a conclusão da tese.

Praticamente três anos lendo, assistindo e escrevendo sobre assuntos que tivessem relação (direta ou não) com o doutorado, que teve como tema o longa-metragem Seguindo em frente, do muso japonês Hirokazu Koreeda.

Tive dias felizes, e outros em que, por diversos motivos, pensei em desistir, achei que não daria conta. Loucura fazer doutorado e trabalhar, mas era o que tinha.

E ufa! Defendi o trabalho e fui aprovada  no dia 01/12/2016, uma quinta-feira ensolarada! Sim, oficialmente doutora.

Acho que até agora a ficha não caiu direito…

Fica a sensação de dever cumprido?

Em partes, porque a gente sempre quer e acha que poderia ter feito mais e melhor.

Mas fico com a sensação de dever cumprido para com o filme e o diretor. Fiz o meu melhor dentro das possibilidades e sempre com muito respeito por ambos, como se estivesse mesmo mexendo em “solo” sagrado.

Em breve pode ser que me despeça dos personagens e espaços cenográficos que permitiram que a pesquisa e o texto fossem desenvolvidos, e que tanto me ensinaram. Porém, de Koreeda não largo mais! rs

Tanta coisa ainda para explorar nos seus filmes…

 

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Mahmed | RN

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Faz tempo que tinha ouvido falar do quarteto instrumental potiguar, mas  nunca tinha parado para escutar…

Quando o fiz, foi “crush” nos primeiros acordes!

Duca! Fodástico demais! Mara! Massa!

O som da banda te leva pra uma viagem sensorial e litúrgica, pro país das maravilhas, algum universo paralelo, onde só existem os sentidos…

 

Louca pra ouvir e ver ao vivo.

 

 

 

 

Carol

Em meio à folia do carnaval (sqn), assisti Carol ontem à noite.

Confesso que estava esperando filmaço, tinha lido vááárias ótimas críticas, mas mesmo assim, nossa, conseguiu superar qualquer expectativa.

Filme dirigido por Todd Haynes, baseado no livro “The Price of Salt” de Patricia Highsmith (sou fã, ainda não li este trabalho).

A película trata, na década de 50 em Nova York, do encontro e desenvolvimento da relação entre Carol Aird (Cate Blanchett – sempre diva) e  Therese Belivet (Rooney Mara), ambas mara, mara, mara. E mostra o amor entre duas pessoas.

Além de direção e atuações fodásticas, direção de arte e fotografia também são impecáveis.

É o tipo de obra que você não quer que acabe, sabe?

Atenção: exemplo de filme pra ver na telona!

 

Hotel Okura | Tóquio

Li a notícia da demolição do Hotel Okura, cuja arquitetura é representante da época da pós-guerra, e meu coração já ficou apertado.

Apesar de prometerem “reproduzir fielmente” o estilo original, sabemos que não será bem assim..

Por que esta necessidade de botar o local abaixo? Não seria suficiente fazer  restaurações, extensões? Necessidade estúpida de precisar “renovar” o tempo todo…

Este caso me lembra outro, que postei aqui anos atrás…