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Mochi & Mar > adaptação

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Taí algo que eu estava muito receosa ao adotar Mar, a adaptação dele e Mochi.

Li muito a respeito em sites especializados em felinos, que indicam que ela seja feita aos poucos, num processo que pode levar meses.

Conversei com amigos gateiros, que disseram que a forma que teria que ser em casa seria ok.

Em casa não tem cômodos sobrando, então não daria para usar a técnica de aproximar os dois aos poucos. O jeito teria de ser o método de choque rs. Ou seja, colocar dois para conviverem juntos desde o primeiro momento.

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Trouxe Mar pra casa dentro da caixa transportadora, coloquei no chão, deixei Mochi se aproximar, cheirar. Abri a portinha, Mar saiu e já foi brincar hahaha. Se esconder pra que? No primeiro momento já se sentiu em casa, sem cerimônias.

Os dias seguintes foram cheios de “fuuuurs” e bufadas por parte do Mochi. Ele passou a se isolar e ameaçava bater no Mar (nunca chegou às vias de fato, nesse período). Isso durou cerca de uma semana. A partir do oitavo dia, foram se aproximando aos poucos, se cheirando, tocando os focinhos, até  que passaram a brincar (e brigar) e se lamber, quando isso aconteceu (considerado o momento de aceitação pelo outro), foi um alívio!

Hoje estão super bem, literalmente entre tapas e lambeijos.

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Mochi ❤ Mar

 

 

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Marley Yokoyama Sugai, ou simplesmente Mar

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Cheguei à conclusão de que adotar um pet é igual tattoo > vicia.

Sim, adotei mais um felino.

Faz tempo que pensava no assunto, mas batem várias dúvidas: tenho condições?, ele e Mochi vão se dar bem? é loucura? irresponsabilidade?

Na dúvida (se não forem muitas), respira fundo e vai! Com muita responsabilidade, bom senso, amor, paciência e carinho.

Estava pesquisando nos sites das ong’s, mas dessa vez, não queria pegar de uma já conhecida, daí parti pros abrigos. Até que umas pessoas falaram do CCZ (Centro de controle de zoonoses), que fica na zona norte de SP.

No site tem fotos e perfis de vários animais, de pequeno e grande porte (cavalos e porcos também estão à disposição), mas não de todos.

Dei uma olhada no site, liguei, me informei e dias depois já me dirigi pra lá de caixinha transportadora e cuia rs.

Não havia muitos gatos disponíveis para adoção, alguns ficam em gaiolas e outros em espaços maiores, sozinhos ou em família, mas sempre separados.

Alguns ainda não estavam disponíveis, pois passavam por tratamento para fungo. Nesse momento, recebi uma informação que quase me fez desistir: por serem animas recolhidos das ruas, conviverem próximos uns dos outros, e não poderem ser separados pela questão da infra estrutura do lugar e número de funcionários, praticamente todos têm rinotraqueíte (gripe felina), que não tem cura, mas pode ser controlada. Meu receio se deu porque Mochi não apresenta os sintomas (ele foi adotado adulto, e depois de um ano de vida, os sintomas podem sumir, portanto, Mochi pode ter o vírus mas não apresentar os sintomas). Respirei fundo de novo, afinal, já tinha decidido adotar, já estava lá com todos aqueles serzinhos fofos sem um lar, mas consciente de que Mochi estava com vacinas em dia (sou meio paranoica em relação a isso rs) e decidi continuar.

Dessa vez, a intenção era trazer pra casa uma fêmea pretinha filhote (para a adaptação com Mochi ser mais tranquila). Logo que cheguei no CCZ, conheci Guginha, que estava numa gaiola e já foi colocando as patonas pra fora pedindo carinho. Nem sei como definir a pelagem dele rs, base branca com tigrado? Mas bem no meio das costas tem pelo diferente, preto liso com uma mancha branca. Enfim, típico brasileiro.

No setor onde os gatinhos ficam num espaço maior, tinham três meninas pretinhas. Pedi para pegar Guginha no colo, depois entrei no espaço das três meninas.

E agora? E agora? E agora?

Decidi, sem pensar muito, pelo Guguinha. Foi a primeira opção, pois, caso o teste para Fiv e Felv desse positivo (eles fazem o teste na hora), não o adotaria, pois Mochi é negativo para essas doenças. O resultado deu negativo. Bingo!

Depois de assinar os papéis e pagar a taxa de adoção (R$ 24,00), você recebe os documentos, coleira, caderninho com as vacinas e resultado do teste feito.

Pronto! Adoção realizada.

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Por que esse nome?

Marley é super sussa e tranquilão, dai vem a homenagem à Bob Marley. E como ele também é destrambelhado, sem coordenação e desastrado, parece com o cachorro Marley do filme 🙂

 

Seja bem vindo, Mar!

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Info extra: Os bichinhos já vem com micro chip, vermifugados e castrados.

Ah, quando a prefeitura promove mutirão de castração, pode-se fazer agendamento lá.

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É por isso que <3 stop motion…

Tem como não gostar de stop motion?

Definitivamente, não!

Assisti esse curta mega fofo > The Joy of Books

 

 

Mochi

Adotei um gato!

Apresento o Mochi ❤

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Quando morei em Natal city, considerei muito ter um felino, mas como o ritmo de vida era mega corrido, e nas férias eu vinha pra SP, achava complicado deixar o bichinho um mês em hotel. E mais tarde descobri que eles não se adaptam bem às mudanças.

Em junho, decidi encarar o desafio!

Após muitas conversas com amigos gateiros, escolheria uma fêmea, pretinha (são os menos adotados) e bebê.

Um amigo adotou o dele na ONG Adote um gatinho. Eu tinha visto outras , mas como ele já conhecia e indicava, decidi por essa.

Você pode escolher o peludinho pelo site ou agendar para conhecer os que vivem lá. Fui na segunda opção e fiz uma visita para escolher (na verdade, ser escolhida) “a pequena”. Lá você faz um tour e conhece todos. Os filhotes e os “especiais” ficam separados dos adultos que ocupam a maior parte da casa. Vi um “adolescente” branquelo tomando sol, foi o primeiro que passei a mão. Depois ele foi nos seguindo. Você entra na ala dos filhotes por último, porque, óbvio, se encanta e quer levar todos rs.

Adorei vários, mas meu coração já tinha sido tomado pelo “Polvilho”. Depois de muito refletir, escolhi ele! Totalmente o oposto do que tinha em mente hahaha!

Dias depois ele foi trazido por uma voluntária, que verifica toda a casa e conversa bastante com você para saber se tem condições de deixar o pequeno ali.

O nome foi mudado para Mochi que significa bolinho de arroz, em japonês.

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Faz quase cinco meses que ele está em casa. E cada dia é uma descoberta da sua personalidade e preferências.

Ele, diferente da grande maioria do gatos, é  mega falante, conversa comigo, e também sozinho. E é um draguinha! Se deixar, come o dia todo. Talvez por ter passado muita fome, o instinto diz que, quando tiver comida, tem que garantir e se alimentar.

É um mega companheiro, trouxe muita alegria (e miados) pra casa.

E sim, levo-o para passear! Ele parece curtir muito. Engraçado que as pessoas olham com curiosidade, pois é mais normal ver cachorros, e não gatos, dando uns rolés.

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Foi todo um processo para acostumar com a coleira, primeiro ir em lugares fechados e com mais controle, até que agora ele acostumou caminhar e perseguir passarinhos no jardim/ parquinho do prédio. Sempre com a caixa transportadora, porque, ao sinal de qualquer perigo, ele tem (literalmente) para onde correr.

Tem gente que diz que gato não dá trabalho. De verdade (só posso falar por ele), o Mochi dá! Não é só dar comida e limpar a caixinha. Toda a sua rotina/ vida muda, a casa é adaptada para ele (arranhadores, bebedouro, nicho, prateleiras). Tem que comprar brinquedos (que ele não gosta/ brinca com todos), acessórios, visita ao veterinário, vacinas, antipulga e vermífugo e por aí vai, mas tudo isso compensa a presença dele na minha vida. Não dou, não troco e não vendo!

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Um resumo? Muito amor envolvido!

 

Ah, ele tem um Insta só dele > mochi_ig

 

 

 

Passada rapidinha por Brasília/ DF

Tive um compromisso rápido por BSB, só deu tempo de conhecer lugares ao redor de onde fiquei hospedada (SQN 104) e dar um rolezinho pela Esplanada.

Ainda estou com dificuldade de entender a numeração da cidade. Depois que se entende, deve ser mega prático e fácil.

=)

Na asa norte tem uma parte que é comércio e a outra é residencial, prédios baixinhos, cada quadra com estética diferente de textura e cor dos prédios. Fofo!

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Comecei a bater perna pela Catedral, estava louca para ver o lugar in loco. E realmente é mara, tudo impressiona, apesar de pequena.

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Depois fui caminhando pelos ministérios até chegar ao Palácio do Itamaraty, tentei visitar o museu, mas estava vestindo shorts (na minha opinião, era bermuda, mas tudo bem, fica pra próxima), e não rolou (de fim de semana, pode).

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Logo à frente, à esquerda, está o imponente Congresso Nacional.

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Descendo, chega-se até a Praça dos Três Poderes.

À direita, fica o Supremo Tribunal Federal.

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No meio, o Panteão da Liberdade (não entrei porque o céu já estava ficando escuro por conta da chuva). Vi que atrás tem um parque.

A estrutura branca com duas peças foi feita para remeter à imagem de uma pomba.

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À esquerda (foto abaixo), o Palácio do Planalto.img_2229.

Subi pelo outro lado (lateral do Congresso), que dá para o Palácio da Justiça.

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Continuei andando do outro lado do “Eixão”, até chegar na altura da Catedral e atravessei para visitar o Museu Nacional.

Confesso, não tinha ouvido falar, vi sem querer, quando desci para ir à Catedral.

E que bom, pois me surpreendeu! Está tendo a expô “Onde anda a onda”, de artistas brasilienses.

Muita coisa interessante. Quis trazer algumas peças para casa… rs

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O espaço dentro é gigante! Super super super indico!!!

 

Em frente fica a Biblioteca Nacional.

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Não consegui ir no CCBB, Caixa Cultural, Parque da Cidade…

Mas o local que queria ter passado sem falta foi na Torre da TV, é pra ser visitado no fim da tarde… Ficará pra próxima.

 

A imagem abaixo não é do fim da tarde, mas do nascer do sol… Aliás, o céu de Brasília é uma coisa massa!

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Serviço

  • Primeira vez que fui de AirBnB, dei sorte! Tudo certo.
  • Uber super funciona (para sair do aeroporto, inclusive). Use!
  • Pelos poucos lugares que andei, achei muito seguro, inclusive para andar com celular na mão.
  • Alimentação um pouco mais cara que São Paulo…

Passagem

Outro dia, minha mãe falou que a mãe da minha madrinha sempre comentava que eu tenho uns primos que são super primos, já que a minha mãe é irmã do pai deles, e o meu pai é irmão da mãe desses mesmos primos. Será que deu pra entender? rs

Tudo isso pra dizer que isso me fez pensar e lembrar dessa senhora.

Apesar de não termos contato direto, pois ela morava no interior de SP (infelizmente ela não está mais aqui), sempre que nos encontrávamos, ela sempre foi muito fofa e querida. Todas as vezes me tratou com carinho.

Sua gentileza, cordialidade, simpatia e sorriso, ficarão pra sempre na memória…

Onde quer que esteja, espero que esteja bem… ❤

Gira, gira, roda, roda…

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Depois de seis anos em Natal city, eis que retorno para SP.

Às vezes a vida te oferece outra trilha para percorrer. Então, sigamos avante!!

No valioso baú de memórias só guardei  e trouxe as boas experiências, histórias e pessoas…

 

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