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São Miguel do Gostooooso (R

Mesmo antes de morar em Natal (RN), ouvia falar (muito bem) de um vilarejo de pescadores chamado São Miguel do Gostoso, localizado no litoral norte do estado.

Mês passado consegui finalmente conhecer o local.

Sabe lugar que parece cenográfico de tão lindo e que o tempo parou? É lá!

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Para chegar na cidade, fui de bus da Expresso Cabral. Comprei a passagem na rodoviária de Natal antes de embarcar. Dá para comprar ida e volta (passagem fica em aberto). Há dois tipos de trajetos, um mais rápido e outro mais longo, depende do horário, pois pode ser pinga-pinga. O ônibus é antigo, não tem cinto de segurança, mas chega… rs

Fiquei hospedada na Pousada Área Talismã, uma graça!
Quem toma conta é a simpatia Lili.

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Foi tudo perfeito!!

É só atravessar a rua, pegar uma trilhazinha, ou qualquer outra travessa da rua principal, e já chega na praia. Paraíso!

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Lá, vi o por do sol tão mara quanto o de Atacama… Muito lindo e surreal.

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Não explorei as outras praias, pois queria ficar “de boas”, mas da próxima vez, darei um rolé pelas vizinhanças.

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Gira, gira, roda, roda…

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Depois de seis anos em Natal city, eis que retorno para SP.

Às vezes a vida te oferece outra trilha para percorrer. Então, sigamos avante!!

No valioso baú de memórias só guardei  e trouxe as boas experiências, histórias e pessoas…

 

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Redinha (RN)

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Logo que cheguei em Natal, isso no início de 2011, ouço o povo dizer: “Você precisa ir pra Redinha comer a original ‘ginga com tapioca'”.

Só que, nunca ninguém me levou! rs

Precisou eu estar com passagem comprada para voltar para SP de mala e cuia para os meus amigos finalmente me levarem para experimentar a iguaria.

Tapioca todo mundo conhece, ginga talvez não. Trata-se de um peixinho, primo da manjuba. E esse prato só é vendido na Redinha? Não, na praia geralmente passam vendedores oferecendo, mas todo mundo fala que não é igual à da Redinha.

Redinha é uma praia que fica na ZN de Natal, precisa-se passar pelo Forte dos Reis Magos (fiquei triste de não ter feito um último passeio lá) e atravessar a ponte nova. Do alto já dá pra ver a Redinha de um lado e o rio Potengi do outro.

Fomos num domingo. Acompanhei os amigos na missa (não sou católica praticante, mas adoro os rituais religiosos). A igreja é linda, toda de pedra, da década de 1950, acho. Quase em frente tem outra azul, mas parece que está fechada.

De lá, seguimos à pé para o famoso Mercado da Redinha. Lá dentro tem vários lugares que vendem o prato. Fomos no da Olga, que dizem ser o mais conhecido e gostoso.

A tapioca pode ser com ou sem leite de côco. Como gosto da massa mais molhadinha, pedi a primeira opção. Vem a tapioca com os peixinhos no meio, você tira o pauzinho que segura os peixes e manda ver!  Repeti de tão bom que tava (e esqueci de tirar fotos…)

Dica: Se quiser sossego, vá antes do almoço, porque depois fica muvucado.

Depois fomos caminhar no píer, que separa o rio do mar. Ô lugar massa! Dá pra passar o dia todo lá… Que lugar lindo… Uma vista mais fodástica do que a outra.

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Depois fomos para a praia que tava super vazia. No fundo da foto abaixo dá pra ver o píer.

Vidinha chata e sem futuro… #sqn

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Mahmed | RN

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Faz tempo que tinha ouvido falar do quarteto instrumental potiguar, mas  nunca tinha parado para escutar…

Quando o fiz, foi “crush” nos primeiros acordes!

Duca! Fodástico demais! Mara! Massa!

O som da banda te leva pra uma viagem sensorial e litúrgica, pro país das maravilhas, algum universo paralelo, onde só existem os sentidos…

 

Louca pra ouvir e ver ao vivo.

 

 

 

 

Stomp

Durante a época da faculdade conheci o grupo catalão La Fura Dels Bauls, desde então viciei neste tipo de apresentação, performance, que não é teatro, espetáculo, saltos, escaladas, ou é tudo ao mesmo tempo misturado. Não se trata de teatro tradicional com palco e atuação…

São eventos com mega estrutura, em que diversas situações ocorrem em vários lugares dentro do “teatro”.

La Fura tem um lance mais visceral, é forte, muito marcante! Você meio que sai com a alma lavada…

A última vez que assisti o grupo foi no Memorial da América Latina, anos atrás…

Depois conheci Fuerza Bruta, dos hermanos argentinos. Eles têm uma pegada La Fura (mas confesso que os espanhóis moram no meu <3)…

E esta semana assisti pela primeira vez o grupo inglês Stomp.

Eles já vieram várias vezes para o Brasil, mas só agora rolou de ir.

O show é todo no mesmo palco, trabalham com o visual, mas principalmente com o sonoro, percussão. Tiram sons de qualquer tipo de material, desde os mais pesados até saquinho de plástico.

Muito massa! Perfeito! Fodástico!

Como não podia tirar foto, não resisti e saquei uma de uma das melhores partes do show, que acontece no “mezanino” do palco.

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Ah, férias

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2014 está chegando ao final!

Graças! rs

Como ele não foi nada fácil e bem desafiador, as férias serão mais que bem vindas. E tem início hoje.

Quero muito rever família & amigos queridos… Mãe, bota mais água no feijão! SP city, tô chegando…

Maaaaas, claro que não será só ficar de pernas pro ar, afinal, tenho uma tese para terminar…

Mas só de pensar que só tenho compromisso comigo mesma, bora enfiar o pé na jaca, pelo menos um pouquinho… 😉

Fortaleza | Socine

Fui pra Fortaleza para participar da Socine, congresso de cinema, apresentar um trabalho recorte da tese.

Primeira vez no evento e na cidade.
Muitas apresentações e discussões massa! Muita coisa pra ver ao mesmo tempo…
Reencontro com conhecidos e novos conhecidos. 🙂

A cidade é grande! Trânsito que não tá muito longe do de SP city.

Finalmente conheci o Centro Cultural Dragão do Mar! Lugar liiindo! Vale muito a visita, passar pelo menos uma tarde.

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Em volta tem vááários bares e restaurantes, mas que só abrem à noite.

Bem em frente tem unidade da Caixa Cultural, que fica num prédio histórico, mas achei a programação em cartaz um pouco fraca… Só tinha uma exposição rolando…

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Dicas, segundo minha experiência:

– Da próxima vez procurarei ficar no bairro Meirelles (desta vez a pousada foi em Iracema, à noite [e de dia também] o lugar ficava meio sinistro). Lá tem mais opções de bares à beira mar, restaurantes, infra estrutura para turista e feirinha à noite;

– Não consegui ir pras praias 😦
Na cidade tem a Praia do Futuro. Iracema e Meirelles parecem estar impróprias pro banho. Perto de Fortal tem Canoa Quebrada e Jericoacoara;

– Taxistas: nas outras viagens nunca fiquei com a impressão de ter sido enganada, mas nesta acho que fui… Como fui e voltei do Congresso de táxi, em horários aproximados, deu pra sentir que os caras faziam caminhos diferentes, e que uns pegavam umas ruas com trânsito de propósito. O ideal é usar o Waze ou outro aplicativo e ir monitorando…

Taxista de confiança: Helder > (85) 8784-9810

Super de responsa! Pode ser contactado pelo Whats! 😉

– Preços: mesmo indo em bares e restaurantes nos locais turísticos, fiquei com a impressão de que estava mais barato do que Natal;

– No final (ou início) da av. Monsenhor Tabosa, tem uma parte, tipo calçadão, com várias lojas de roupas e sapatos, não é pop, mas achei mais em conta que Natal city. Tem um café simples e muito simpático: À Sinhazinha. Vale uma parada para almoçar ou tomar um café;

– Consegui passagem aérea (Natal/Fortaleza/Natal) mais barata que a terrestre. Leva uns 40 min., enquanto que by bus são 8 horas, e passagem 1 trecho, custa por volta de R$100,00. Dá pra encarar, mas só o tempo que você economiza indo de avião, mesmo que de Natal, agora que o aeroporto tá longinho, já compensa…

Só uma aspas: pra quem tá chegando em Natal ou precisa ir para o aeroporto, estou usando os serviços da Natal Vans (eles levam e buscam na residência [R$ 45,00] ou hotel [R$ 35,00]). Antes eles operavam só em alguns horários, mas agora ampliaram. Minha única ressalva é o horário de manhã, a 1a van sai por volta das 9hs. e chega no aeroporto umas 10:30, super em cima para quem pega o voo das 11 e pouco…

Fortal, voltarei em breve pra conhecer o que não deu tempo… 🏄 ✈️