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Mochi & Mar > adaptação

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Taí algo que eu estava muito receosa ao adotar Mar, a adaptação dele e Mochi.

Li muito a respeito em sites especializados em felinos, que indicam que ela seja feita aos poucos, num processo que pode levar meses.

Conversei com amigos gateiros, que disseram que a forma que teria que ser em casa seria ok.

Em casa não tem cômodos sobrando, então não daria para usar a técnica de aproximar os dois aos poucos. O jeito teria de ser o método de choque rs. Ou seja, colocar dois para conviverem juntos desde o primeiro momento.

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Trouxe Mar pra casa dentro da caixa transportadora, coloquei no chão, deixei Mochi se aproximar, cheirar. Abri a portinha, Mar saiu e já foi brincar hahaha. Se esconder pra que? No primeiro momento já se sentiu em casa, sem cerimônias.

Os dias seguintes foram cheios de “fuuuurs” e bufadas por parte do Mochi. Ele passou a se isolar e ameaçava bater no Mar (nunca chegou às vias de fato, nesse período). Isso durou cerca de uma semana. A partir do oitavo dia, foram se aproximando aos poucos, se cheirando, tocando os focinhos, até  que passaram a brincar (e brigar) e se lamber, quando isso aconteceu (considerado o momento de aceitação pelo outro), foi um alívio!

Hoje estão super bem, literalmente entre tapas e lambeijos.

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Mochi ❤ Mar

 

 

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Marley Yokoyama Sugai, ou simplesmente Mar

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Cheguei à conclusão de que adotar um pet é igual tattoo > vicia.

Sim, adotei mais um felino.

Faz tempo que pensava no assunto, mas batem várias dúvidas: tenho condições?, ele e Mochi vão se dar bem? é loucura? irresponsabilidade?

Na dúvida (se não forem muitas), respira fundo e vai! Com muita responsabilidade, bom senso, amor, paciência e carinho.

Estava pesquisando nos sites das ong’s, mas dessa vez, não queria pegar de uma já conhecida, daí parti pros abrigos. Até que umas pessoas falaram do CCZ (Centro de controle de zoonoses), que fica na zona norte de SP.

No site tem fotos e perfis de vários animais, de pequeno e grande porte (cavalos e porcos também estão à disposição), mas não de todos.

Dei uma olhada no site, liguei, me informei e dias depois já me dirigi pra lá de caixinha transportadora e cuia rs.

Não havia muitos gatos disponíveis para adoção, alguns ficam em gaiolas e outros em espaços maiores, sozinhos ou em família, mas sempre separados.

Alguns ainda não estavam disponíveis, pois passavam por tratamento para fungo. Nesse momento, recebi uma informação que quase me fez desistir: por serem animas recolhidos das ruas, conviverem próximos uns dos outros, e não poderem ser separados pela questão da infra estrutura do lugar e número de funcionários, praticamente todos têm rinotraqueíte (gripe felina), que não tem cura, mas pode ser controlada. Meu receio se deu porque Mochi não apresenta os sintomas (ele foi adotado adulto, e depois de um ano de vida, os sintomas podem sumir, portanto, Mochi pode ter o vírus mas não apresentar os sintomas). Respirei fundo de novo, afinal, já tinha decidido adotar, já estava lá com todos aqueles serzinhos fofos sem um lar, mas consciente de que Mochi estava com vacinas em dia (sou meio paranoica em relação a isso rs) e decidi continuar.

Dessa vez, a intenção era trazer pra casa uma fêmea pretinha filhote (para a adaptação com Mochi ser mais tranquila). Logo que cheguei no CCZ, conheci Guginha, que estava numa gaiola e já foi colocando as patonas pra fora pedindo carinho. Nem sei como definir a pelagem dele rs, base branca com tigrado? Mas bem no meio das costas tem pelo diferente, preto liso com uma mancha branca. Enfim, típico brasileiro.

No setor onde os gatinhos ficam num espaço maior, tinham três meninas pretinhas. Pedi para pegar Guginha no colo, depois entrei no espaço das três meninas.

E agora? E agora? E agora?

Decidi, sem pensar muito, pelo Guguinha. Foi a primeira opção, pois, caso o teste para Fiv e Felv desse positivo (eles fazem o teste na hora), não o adotaria, pois Mochi é negativo para essas doenças. O resultado deu negativo. Bingo!

Depois de assinar os papéis e pagar a taxa de adoção (R$ 24,00), você recebe os documentos, coleira, caderninho com as vacinas e resultado do teste feito.

Pronto! Adoção realizada.

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Por que esse nome?

Marley é super sussa e tranquilão, dai vem a homenagem à Bob Marley. E como ele também é destrambelhado, sem coordenação e desastrado, parece com o cachorro Marley do filme 🙂

 

Seja bem vindo, Mar!

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Info extra: Os bichinhos já vem com micro chip, vermifugados e castrados.

Ah, quando a prefeitura promove mutirão de castração, pode-se fazer agendamento lá.

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Chile | Patagônia | Puerto Natales

Dia 06. Punta Areas/ Puerto Natales

Não sei se foi falta de pesquisa da minha parte para a logística para ir de uma cidade à outra, ou se as fontes consultadas não ajudaram mesmo rs.

Enfim, aqui ficam alguns avisos:

– Para chegar em Puerto Natales, o aeroporto mais perto é o de Punta Arenas. MAS, durante o verão, o de Puerto Natales funciona duas vezes por semana, leia mais aqui. E eu nem sabia que tinha aeroporto lá…

– Os ônibus das companhias rodoviárias que vão até Puerto Natales passam no aeroporto de Punta Arenas, MAS, precisa fazer reserva antes na empresa que escolher.

– Como não tinha feito reserva, pois achava que seria sussa pegar um dos bus das três empresas (Buses Fernandez, Buses Pacheco e Bus Sur) que fazem o trajeto, tive que pegar um táxi e ir até um delas. O motorista disse que os ônibus saem de 30 em 30 minutos. MAS, não é bem assim, essa foi mais uma pegadinha rs. Ele nos deixou no Bus Sur, que só tinha ônibus às 21:00 para o destino final.

– Outra pegadinha: em Punta Arenas não tem rodoviária onde ficam as lojas das empresas, cada uma tem a sua própria, em endereços distintos! Assim que reparei nisso, fui até a da Pacheco que fica um quarteirão antes da Bus Sur, MAS nesse dia não tinha mais viagem pra Puerto Natales. A da Fernandez está localizada quatro quarteirões pra frente. Lá ainda tinha passagem pro ônibus das 20:00. Ufa!

– Comprando ida e volta, tem desconto de 1.000 pesos (15.000 ida/ volta).

Atenção para a paisagem da viagem. É mara demais!

Não via a hora de entrar no ônibus e chegar no hostel! Três horas depois, finalmente em Puerto Natales. A hospedagem fica perto da rodoviária , então fui à pé mesmo. Esse dia foi “perdido”, só para fazer o trajeto para a segunda cidade base.

 

Dia 07. Puerto Natales

Puerto Natales tem “cara” e jeito de cidade. Não tem o ar e a arquitetura colonial/ cenográfica de Puerto Varas. E nem o seu charme.

Depois do café da manhã, fiz câmbio no La Hermandad (que estava com os mesmos valores de outros). Fechei também passeios na Comapa, agência bem recomendada (os valores não mudam muito de uma para outra).

 

Sobre os passeios:

Em Puerto Varas, os preços estavam ok, tipo, dá pra fazer os tours, MAS em Puerto Natales é tudo muito mais caro! Fechei só o das geleiras Balmaceda e Serrano, e, claro, Full day para o Parque Nacional Torres del Paine.

Queria muito ter feito geleira/ lago Grey, Pinguinera da Ilha Madalena, e Estreito de Magalhães.

O primeiro estava bem carinho, e os outros dois saem só de Punta Varas… Até considerei fazer bate volta ou tentar cancelar a última diária do hostel em Puerto Natales, e reservar em Punta Arenas, MAS como eu já estava cansada e os passeios são puxados (não no sentido de serem difíceis, eles são tranquilos, mas cansam… rs), achei melhor deixar o último dia free e mais relax.

Outras opções seriam visitar um local depois da fronteira Chile/ Argentina, mas os taxistas consultados disseram que a imigração argentina encrenca com esse passeio, e não libera a entrada para o outro país.

Há cidades perto de Natales para fazer bate volta, que leva uma ou duas horas para chegar, MAS tem que alugar carro, pois da rodoviária de Natales (sim, lá tem rodoviária com lojas das empresas rodoviárias!), só saem ônibus para Punta Arenas e Parque Torres del Paine… Ou seja, não há alternativa para visitar cidades próximas =(

A última tentativa seria fazer bate volta para Perito Moreno, na Argentina. Eu não fazia tanta questão, pois já tinha ido. Como a minha amiga não conhece, consideramos ir, MAS, só de saber que, além de caro, seriam 8 horas de estrada (ida/ volta) até lá, para ficar só 02:30 na geleira, desistimos…

Portanto, super sugiro não ficar só em Puerto Natales, considere uns dias também para Punta Arenas, seja para passeios e/ ou conhecer a cidade que é bem maior.

A impressão é que Puerto Natales gira em torno de Torres del Paine. E acho que é isso mesmo…

Dito isso, fui almoçar, fazer mercado (supermercados não dão sacolinha, leve uma ou compre – tem uns homens que vendem do lado de fora), e bater perna pela cidade.

A beira-lago é linda, não tem como não ser! rs

Fui pelo lado direito, pois há pontos turísticos: Monumento al Viento, Muelle Historico, e Monumento de la Mano.

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Monumento al Viento

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Muelle histórico – Super pirei nesse lugar!

 

No Muelle histórico, alguns artistas estavam produzindo peças em pedra e madeira.

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Monumento de la Mano

 

Dia 08. Gelerias Balmaceda e Serrano

Estava mega ansiosa por esse passeio. Catamarã, água e geleiras… A pessoa fica bem animada com essa mistura! rs

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Parada pra ver os leões-marinho

A geleira Balmaceda é vista do catamarã.

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Para o glacier Serrano, o catamarã atraca no Parque Nacional Bernando O’Higgins.

Tem duas trilhas: uma mais light e que dá direto no glacier visto de mais longe, e outra mais comprida (duração de 60 minutos) com um pouco mais de emoção e que permite chegar mais perto.

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Depois segue-se para a Estância Perales, onde ocorre o almoço (já incluso no valor do passeio). O ideal para quem gosta de fotografar é tentar sentar numa das mesas que é atendida primeiro (o serviço é beeem lento e pessoas da minha mesa ficaram sem a sobremesa porque acabou), para ter tempo suficiente para fazer os registros. Seria ideal pernoitar no local, mas acho que esse serviço não é fornecido, pois somente quem estava fazendo o tour almoçou e caminhou pela estância.

O clima desse passeio é bem diferente do que foi feito no Lago de Todos os Santos. O frio é o que eu estava esperando que fosse igual ao da Patagônia argentina. Sobrevivi com legging e calça jeans por cima, camiseta de manga comprida + fleece que esquenta bem + casacão. As mãos estavam duras e quase congelando, mas não precisei pôr luvas, e nem gorro pra esquentar a cachola.

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E retorna-se para a cidade =(

(Apesar de o passeio ter sido reservado na agência Comapa, quem o executa é a Tourismo 21 de mayo, cuja especialidade são os tours aquáticos)

 

Dia 09. Cueva del Milodón / Parque Torres del Paine

Enfim chegou o dia de “encarar” as tão faladas torres!

Antes de ir ao parque, há parada na Cueva del Milodón, uma caverna com registro rupestre, e onde viveu o milodón (não na mesma época em que o homem pré-histórico), espécie de preguiça gigante. Apesar de o bicho ser a atração principal, fiquei muito, mas muito mais interessada na caverna… rs

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Tem uma trilha curtinha para se chegar na entrada do lugar, e lá dentro, outra.

É muito massa poder percorrer o interior da caverna. E o caminho termina na réplica do animal.

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E a paisagem externa é maravilhosa!_DSC0608

De volta ao bus, depois de um tempinho chega-se ao parque. Quem ainda não pagou a entrada, desce e paga.

O passeio inclui várias paradas dentro do parque, dentre elas:

Lago/ Praia/ Glacier Grey

Para chegar aí, tem uma trilha que dá para fazer sem maiores esforços, e que dá no lago/ praia.

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Dá pra ver uns pedaços soltos do glacier Grey.

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Se você pensa que acabou, não, pega mais uma trilhazinha que cai numa faixa de pedra, no meio do lago/ praia.

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Venta. Muito. Sério! Mais do que na passarela para ir à Fortaleza dos Reis Magos (Natal/ RN).

Já é difícil andar porque não é areia, e sim pedra. E com o vento, complica mais ainda.

Mesmo assim, tem que ir, é fantástico. Experiência única!

Sobre o clima, segundo o guia, esse dia fez muito calor, excepcionalmente. Estava por volta dos 25 graus, sendo que a média no verão, durante o dia, é de 18. Por estar sempre em movimento, acredito que não precisa vestir roupa muito pesada. Uma calça jeans ou legging, mais camiseta e um casaco quente são suficientes.

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Lago Pehoe – parada para almoço

A moça da agência tinha avisado que o restaurante do pit stop é caro, então, levei lanche. Ao chegar lá, sentei num dos banquinhos à beira do lago, em cima da ponte (imagem abaixo) e com essa vista de tirar o fôlego, tive um dos melhores “almoços” da minha vida.

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Salto Grande

Como diz o nome, é uma senhora queda d’água.

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Tanto ela, quanto o local todo em volta, inclusive a trilha curtinha que leva até lá, são surreais. As paisagens mudam de repente.

Tem uns trechos com árvores carbonizadas, resultado de um dos incêndios que ocorreram no parque (provocados por turistas).

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Eu já tinha me conformado de que não veria as tão famosas torres. Pois nem sempre elas aparecem. MAS, a última e melhor parada ficou para o final! Como o local oficial para vê-las estava com outro grupo de passeio, o guia fez parada estratégica numa outra praia, também muito linda, e,  ao fundo, tcharam! As torres!

Sensação enorme de gratidão por partir após vê-las.

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Valeu, Torres del Paine. Foi uma aventura bem massa e sem igual! Obrigada pela experiência proporcionada.

 

Dia 09. Puerto Natales

Último dia inteiro na cidade. Como nenhuma opção de passeio rolou, fiquei pela cidade. Caminhei para o outro lado do lago, dessa vez, para a esquerda. Não estava esperando, mas ei que surge um terreno baldio com vários barcos abandonados.

Pirei, claro! Eu que gosto pouco de lugares/ objetos desgastados pelo tempo.

Fico fascinada vendo o que a passagem de tempo deixou de rastro no que quer que seja. Pensar quanto tempo o “objeto” foi utilizado, as pessoas que por lá passaram, o que pode ter ocorrido nesses espaços…

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Segui adiante até chegar na beira-lago, onde tem uma pracinha. Continuei à esquerda até cair num galpão de pescadores. Mais ao lado, um cemitério com mais barcos!

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Apesar de o lugar parecer meio suspeito, fiquei ali um bom tempo fotografando. Passaria o dia lá vendo os desgastes, rachaduras, partes faltantes, os restos…

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Dia 10. Puerto Natales > São Paulo

Nessa última manhã, fiz como em Puerto Varas, venci o frio, a preguiça, o cansaço, e fui bater perna antes do check out.

Por ser cedo e sábado, as ruas estavam desertadas, bem cenário filme de terror e/ ou pós-apocalíptico rs.

Caminhei sem rumo, e como não poderia ser diferente, acabei indo para o beira-lago, na altura do Muelle histórico.

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E de despedida, “recebi” de novo não um, mas três arco-íris.

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Chile, de novo você não me desapontou. Foi lindo, foi mara, foi pho-da.

Agradeço as pessoas que conheci, e aos lugares e sensações que levarei na memória.

 

Serviço e mais infos:

– Todos os voos da viagem foram pela Latam. Comprei os trechos juntos, pois se houvesse algum problema com um deles, a companhia teria que resolver.

Dessa vez não tive imprevisto com voo, mas sim com bagagens. Pela primeira vez na vida, ela foi extraviada, e muita confusão por parte da empresa.

Dica: Mesmo que o atendente diga no check in no Brasil que a mala despachada irá direto para o aeroporto final, quando chegar na conexão em Santiago, verifique se ela não está na esteira, e se você não precisa despachá-la de novo. #ficaadica

Um casal que estava na fila do voo de Santiago para Puerto Montt disse que foi avisado em Guarulhos que precisaria fazer novamente o procedimento em Santiago (como assim cada atendente dá uma informação diferente, Latam?). A mala da mulher chegou em Santiago, MAS a do marido, não. A nossa esperança era que as malas tivessem ido direto para Puerto Montt, MAS, chegando lá, não estavam. Depois de informações errôneas e desencontradas, ela só chegou no dia seguinte.

– Nas duas cidades amanhece por volta das 06h00, e anoitece tarde (umas 22h00). Mesmo à noite, super sussa andar à noite em ambas.

– Apesar de ter ido no verão, as cidades ficam no extremo sul, portanto, o clima é frio. Varas está mais ao norte, mas, mesmo de dia, faz friozinho, um casaco é suficiente. À noite é bem frio. Em Natales, de dia ou de noite, é friaca e ventania na certa!

– Preferi comprar um chip pré-pago. Tinha lido no Viaje na viagem sobre a necessidade de os aparelhos estrangeiros precisarem ser homologados. Ao procurar o link para postar aqui, li que até 28 de março desse ano, não será preciso fazer. Aqui tem o passo a passo para quem for depois dessa data.

De qualquer forma, não sei se foi por causa dessa suspensão, mas quando fui comprar o chip no aeroporto de Santiago, durante a conexão, a vendedora da loja Fotokina disse que não precisava ter homologado o celular. Achei melhor garantir a compra lá, pois, não sabia se acharia fácil o chip em Puerto Varas, mas sim, tem várias lojas das operadoras. Não precisa desembolsar 200.000 pesos como eu =(

– Lugares para comer em Puerto Varas: El Retorno (San Pedro 465) – mega simples. Preço justo e comida super deliciosa (desde a pizza até o salmão. Peça o arroz com amêndoas para acompanhar), é mais frequentado por nativos do que por turistas / Daruma Tea House (San Pedro 251) – tem chás, café, e sanduíches bem bons.

– Em Puerto Natales, o lugar onde mais fui foi Raíces de Chiloé (Blanco Encalada 444). A dona é uma querida! Lá é similar ao El Retorno, MAS não tem pizza rs. O forte são os pratos com frutos do mar e caldos. BBB mara mara / Creperia Cafe & Te (Manuel Bulnes 358) – super fofo e comidinhas gostosas.

Puerto Varas têm muitos cafés. Quase todos servem pizza (que o pessoal até come no almoço durante a semana) e hambúrguer. Puerto Natales tem bem menos cafés, e mais restaurantes.

– Hospedagem foi feita pelo Booking

Varas > hostel 5 Adobes – super indico! As donas Natália e sua mãe dona Soledad são super queridas, flexíveis e ajudaram em tudo! A localização não poderia ser melhor, bem no centro da cidade, perto de tudo.

Os únicos inconvenientes são: tem um bar/ boate quase do lado, fiquei num quarto com varanda, que dava bem pra rua onde fica o bar… E, só tem um banheiro para todos os hóspedes. Chuveiro feminino são dois, mas o banheiro é filho único…

Natales > hostel Chorrillos – o quarto era menor, mas com banheiro privativo. O problema, mas que não é tão problema assim, é que ele fica um pouco afastado do centro, leva uns 10, 15 minutos à pé para chegar na Manuel Bulnes, a avenida principal.

– Oficialmente, se você pagar a hospedagem com dólares ou cartão de crédito internacional, não é cobrado o imposto de 21%. MAS, quando perguntei nos dois hostel sobre a forma de pagamento, disseram que o pagamento sendo em moeda estrangeira ou peso chileno, dá no mesmo, o imposto não é cobrado. Então, pelo menos nesses dois, independe da moeda.

– O seguro viagem foi pela Mondial. Peguei desconto no site Matraqueando, que sempre disponibiliza e ajuda a galera.

 

 

 

 

Mochi

Adotei um gato!

Apresento o Mochi ❤

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Quando morei em Natal city, considerei muito ter um felino, mas como o ritmo de vida era mega corrido, e nas férias eu vinha pra SP, achava complicado deixar o bichinho um mês em hotel. E mais tarde descobri que eles não se adaptam bem às mudanças.

Em junho, decidi encarar o desafio!

Após muitas conversas com amigos gateiros, escolheria uma fêmea, pretinha (são os menos adotados) e bebê.

Um amigo adotou o dele na ONG Adote um gatinho. Eu tinha visto outras , mas como ele já conhecia e indicava, decidi por essa.

Você pode escolher o peludinho pelo site ou agendar para conhecer os que vivem lá. Fui na segunda opção e fiz uma visita para escolher (na verdade, ser escolhida) “a pequena”. Lá você faz um tour e conhece todos. Os filhotes e os “especiais” ficam separados dos adultos que ocupam a maior parte da casa. Vi um “adolescente” branquelo tomando sol, foi o primeiro que passei a mão. Depois ele foi nos seguindo. Você entra na ala dos filhotes por último, porque, óbvio, se encanta e quer levar todos rs.

Adorei vários, mas meu coração já tinha sido tomado pelo “Polvilho”. Depois de muito refletir, escolhi ele! Totalmente o oposto do que tinha em mente hahaha!

Dias depois ele foi trazido por uma voluntária, que verifica toda a casa e conversa bastante com você para saber se tem condições de deixar o pequeno ali.

O nome foi mudado para Mochi que significa bolinho de arroz, em japonês.

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Faz quase cinco meses que ele está em casa. E cada dia é uma descoberta da sua personalidade e preferências.

Ele, diferente da grande maioria do gatos, é  mega falante, conversa comigo, e também sozinho. E é um draguinha! Se deixar, come o dia todo. Talvez por ter passado muita fome, o instinto diz que, quando tiver comida, tem que garantir e se alimentar.

É um mega companheiro, trouxe muita alegria (e miados) pra casa.

E sim, levo-o para passear! Ele parece curtir muito. Engraçado que as pessoas olham com curiosidade, pois é mais normal ver cachorros, e não gatos, dando uns rolés.

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Foi todo um processo para acostumar com a coleira, primeiro ir em lugares fechados e com mais controle, até que agora ele acostumou caminhar e perseguir passarinhos no jardim/ parquinho do prédio. Sempre com a caixa transportadora, porque, ao sinal de qualquer perigo, ele tem (literalmente) para onde correr.

Tem gente que diz que gato não dá trabalho. De verdade (só posso falar por ele), o Mochi dá! Não é só dar comida e limpar a caixinha. Toda a sua rotina/ vida muda, a casa é adaptada para ele (arranhadores, bebedouro, nicho, prateleiras). Tem que comprar brinquedos (que ele não gosta/ brinca com todos), acessórios, visita ao veterinário, vacinas, antipulga e vermífugo e por aí vai, mas tudo isso compensa a presença dele na minha vida. Não dou, não troco e não vendo!

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Um resumo? Muito amor envolvido!

 

Ah, ele tem um Insta só dele > mochi_ig

 

 

 

Passada rapidinha por Brasília/ DF

Tive um compromisso rápido por BSB, só deu tempo de conhecer lugares ao redor de onde fiquei hospedada (SQN 104) e dar um rolezinho pela Esplanada.

Ainda estou com dificuldade de entender a numeração da cidade. Depois que se entende, deve ser mega prático e fácil.

=)

Na asa norte tem uma parte que é comércio e a outra é residencial, prédios baixinhos, cada quadra com estética diferente de textura e cor dos prédios. Fofo!

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Comecei a bater perna pela Catedral, estava louca para ver o lugar in loco. E realmente é mara, tudo impressiona, apesar de pequena.

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Depois fui caminhando pelos ministérios até chegar ao Palácio do Itamaraty, tentei visitar o museu, mas estava vestindo shorts (na minha opinião, era bermuda, mas tudo bem, fica pra próxima), e não rolou (de fim de semana, pode).

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Logo à frente, à esquerda, está o imponente Congresso Nacional.

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Descendo, chega-se até a Praça dos Três Poderes.

À direita, fica o Supremo Tribunal Federal.

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No meio, o Panteão da Liberdade (não entrei porque o céu já estava ficando escuro por conta da chuva). Vi que atrás tem um parque.

A estrutura branca com duas peças foi feita para remeter à imagem de uma pomba.

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À esquerda (foto abaixo), o Palácio do Planalto.img_2229.

Subi pelo outro lado (lateral do Congresso), que dá para o Palácio da Justiça.

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Continuei andando do outro lado do “Eixão”, até chegar na altura da Catedral e atravessei para visitar o Museu Nacional.

Confesso, não tinha ouvido falar, vi sem querer, quando desci para ir à Catedral.

E que bom, pois me surpreendeu! Está tendo a expô “Onde anda a onda”, de artistas brasilienses.

Muita coisa interessante. Quis trazer algumas peças para casa… rs

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O espaço dentro é gigante! Super super super indico!!!

 

Em frente fica a Biblioteca Nacional.

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Não consegui ir no CCBB, Caixa Cultural, Parque da Cidade…

Mas o local que queria ter passado sem falta foi na Torre da TV, é pra ser visitado no fim da tarde… Ficará pra próxima.

 

A imagem abaixo não é do fim da tarde, mas do nascer do sol… Aliás, o céu de Brasília é uma coisa massa!

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Serviço

  • Primeira vez que fui de AirBnB, dei sorte! Tudo certo.
  • Uber super funciona (para sair do aeroporto, inclusive). Use!
  • Pelos poucos lugares que andei, achei muito seguro, inclusive para andar com celular na mão.
  • Alimentação um pouco mais cara que São Paulo…

Passagem

Outro dia, minha mãe falou que a mãe da minha madrinha sempre comentava que eu tenho uns primos que são super primos, já que a minha mãe é irmã do pai deles, e o meu pai é irmão da mãe desses mesmos primos. Será que deu pra entender? rs

Tudo isso pra dizer que isso me fez pensar e lembrar dessa senhora.

Apesar de não termos contato direto, pois ela morava no interior de SP (infelizmente ela não está mais aqui), sempre que nos encontrávamos, ela sempre foi muito fofa e querida. Todas as vezes me tratou com carinho.

Sua gentileza, cordialidade, simpatia e sorriso, ficarão pra sempre na memória…

Onde quer que esteja, espero que esteja bem… ❤

Gira, gira, roda, roda…

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Depois de seis anos em Natal city, eis que retorno para SP.

Às vezes a vida te oferece outra trilha para percorrer. Então, sigamos avante!!

No valioso baú de memórias só guardei  e trouxe as boas experiências, histórias e pessoas…

 

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