Arquivo da tag: places

São Miguel do Gostooooso (R

Mesmo antes de morar em Natal (RN), ouvia falar (muito bem) de um vilarejo de pescadores chamado São Miguel do Gostoso, localizado no litoral norte do estado.

Mês passado consegui finalmente conhecer o local.

Sabe lugar que parece cenográfico de tão lindo e que o tempo parou? É lá!

IMG_6308

Para chegar na cidade, fui de bus da Expresso Cabral. Comprei a passagem na rodoviária de Natal antes de embarcar. Dá para comprar ida e volta (passagem fica em aberto). Há dois tipos de trajetos, um mais rápido e outro mais longo, depende do horário, pois pode ser pinga-pinga. O ônibus é antigo, não tem cinto de segurança, mas chega… rs

Fiquei hospedada na Pousada Área Talismã, uma graça!
Quem toma conta é a simpatia Lili.

IMG_5828IMG_6299

Foi tudo perfeito!!

É só atravessar a rua, pegar uma trilhazinha, ou qualquer outra travessa da rua principal, e já chega na praia. Paraíso!

IMG_5599IMG_5648IMG_5680

IMG_6240

Lá, vi o por do sol tão mara quanto o de Atacama… Muito lindo e surreal.

IMG_6044

IMG_6141

Não explorei as outras praias, pois queria ficar “de boas”, mas da próxima vez, darei um rolé pelas vizinhanças.

Anúncios

Passada rapidinha por Brasília/ DF

Tive um compromisso rápido por BSB, só deu tempo de conhecer lugares ao redor de onde fiquei hospedada (SQN 104) e dar um rolezinho pela Esplanada.

Ainda estou com dificuldade de entender a numeração da cidade. Depois que se entende, deve ser mega prático e fácil.

=)

Na asa norte tem uma parte que é comércio e a outra é residencial, prédios baixinhos, cada quadra com estética diferente de textura e cor dos prédios. Fofo!

img_2087img_2042img_2003

 

Comecei a bater perna pela Catedral, estava louca para ver o lugar in loco. E realmente é mara, tudo impressiona, apesar de pequena.

img_2150img_2400

Depois fui caminhando pelos ministérios até chegar ao Palácio do Itamaraty, tentei visitar o museu, mas estava vestindo shorts (na minha opinião, era bermuda, mas tudo bem, fica pra próxima), e não rolou (de fim de semana, pode).

img_2401

 

Logo à frente, à esquerda, está o imponente Congresso Nacional.

img_2245img_2195

Descendo, chega-se até a Praça dos Três Poderes.

À direita, fica o Supremo Tribunal Federal.

img_2407img_2203

 

No meio, o Panteão da Liberdade (não entrei porque o céu já estava ficando escuro por conta da chuva). Vi que atrás tem um parque.

A estrutura branca com duas peças foi feita para remeter à imagem de uma pomba.

img_2212img_2223

À esquerda (foto abaixo), o Palácio do Planalto.img_2229.

Subi pelo outro lado (lateral do Congresso), que dá para o Palácio da Justiça.

img_2237

Continuei andando do outro lado do “Eixão”, até chegar na altura da Catedral e atravessei para visitar o Museu Nacional.

Confesso, não tinha ouvido falar, vi sem querer, quando desci para ir à Catedral.

E que bom, pois me surpreendeu! Está tendo a expô “Onde anda a onda”, de artistas brasilienses.

Muita coisa interessante. Quis trazer algumas peças para casa… rs

img_2409

img_2394img_2388img_2383img_2359img_2635img_2281

O espaço dentro é gigante! Super super super indico!!!

 

Em frente fica a Biblioteca Nacional.

img_2406

 

Não consegui ir no CCBB, Caixa Cultural, Parque da Cidade…

Mas o local que queria ter passado sem falta foi na Torre da TV, é pra ser visitado no fim da tarde… Ficará pra próxima.

 

A imagem abaixo não é do fim da tarde, mas do nascer do sol… Aliás, o céu de Brasília é uma coisa massa!

img_1989

 

Serviço

  • Primeira vez que fui de AirBnB, dei sorte! Tudo certo.
  • Uber super funciona (para sair do aeroporto, inclusive). Use!
  • Pelos poucos lugares que andei, achei muito seguro, inclusive para andar com celular na mão.
  • Alimentação um pouco mais cara que São Paulo…

Gira, gira, roda, roda…

img_6522

Depois de seis anos em Natal city, eis que retorno para SP.

Às vezes a vida te oferece outra trilha para percorrer. Então, sigamos avante!!

No valioso baú de memórias só guardei  e trouxe as boas experiências, histórias e pessoas…

 

img_6559

Redinha (RN)

img_9562

Logo que cheguei em Natal, isso no início de 2011, ouço o povo dizer: “Você precisa ir pra Redinha comer a original ‘ginga com tapioca'”.

Só que, nunca ninguém me levou! rs

Precisou eu estar com passagem comprada para voltar para SP de mala e cuia para os meus amigos finalmente me levarem para experimentar a iguaria.

Tapioca todo mundo conhece, ginga talvez não. Trata-se de um peixinho, primo da manjuba. E esse prato só é vendido na Redinha? Não, na praia geralmente passam vendedores oferecendo, mas todo mundo fala que não é igual à da Redinha.

Redinha é uma praia que fica na ZN de Natal, precisa-se passar pelo Forte dos Reis Magos (fiquei triste de não ter feito um último passeio lá) e atravessar a ponte nova. Do alto já dá pra ver a Redinha de um lado e o rio Potengi do outro.

Fomos num domingo. Acompanhei os amigos na missa (não sou católica praticante, mas adoro os rituais religiosos). A igreja é linda, toda de pedra, da década de 1950, acho. Quase em frente tem outra azul, mas parece que está fechada.

De lá, seguimos à pé para o famoso Mercado da Redinha. Lá dentro tem vários lugares que vendem o prato. Fomos no da Olga, que dizem ser o mais conhecido e gostoso.

A tapioca pode ser com ou sem leite de côco. Como gosto da massa mais molhadinha, pedi a primeira opção. Vem a tapioca com os peixinhos no meio, você tira o pauzinho que segura os peixes e manda ver!  Repeti de tão bom que tava (e esqueci de tirar fotos…)

Dica: Se quiser sossego, vá antes do almoço, porque depois fica muvucado.

Depois fomos caminhar no píer, que separa o rio do mar. Ô lugar massa! Dá pra passar o dia todo lá… Que lugar lindo… Uma vista mais fodástica do que a outra.

img_9494

 

Depois fomos para a praia que tava super vazia. No fundo da foto abaixo dá pra ver o píer.

Vidinha chata e sem futuro… #sqn

img_9569

 

 

Tese > Koreeda

10878399_ori

Foram quase quatro anos para a conclusão da tese.

Praticamente três anos lendo, assistindo e escrevendo sobre assuntos que tivessem relação (direta ou não) com o doutorado, que teve como tema o longa-metragem Seguindo em frente, do muso japonês Hirokazu Koreeda.

Tive dias felizes, e outros em que, por diversos motivos, pensei em desistir, achei que não daria conta. Loucura fazer doutorado e trabalhar, mas era o que tinha.

E ufa! Defendi o trabalho e fui aprovada  no dia 01/12/2016, uma quinta-feira ensolarada! Sim, oficialmente doutora.

Acho que até agora a ficha não caiu direito…

Fica a sensação de dever cumprido?

Em partes, porque a gente sempre quer e acha que poderia ter feito mais e melhor.

Mas fico com a sensação de dever cumprido para com o filme e o diretor. Fiz o meu melhor dentro das possibilidades e sempre com muito respeito por ambos, como se estivesse mesmo mexendo em “solo” sagrado.

Em breve pode ser que me despeça dos personagens e espaços cenográficos que permitiram que a pesquisa e o texto fossem desenvolvidos, e que tanto me ensinaram. Porém, de Koreeda não largo mais! rs

Tanta coisa ainda para explorar nos seus filmes…

 

44876414

San Pedro de Atacama – Dia 7

Aaah, esqueci deste último post… =(

Antes tarde do que  nunca =)

Dia 7 Deixei Salar de Tara pro final, de tanto que li que era o melhor, devido à altitude, etc. e tal. Lógico que é lindo, mas não tirou minha preferência pelos Valles do passeio anterior :p Talvez pelo guia não ter sido Eduardo ou Gustavo, ou principalmente pelo fato de ter ficado com dor de cabeça, não sei se foi o soroche (afinal este é o passeio em que se chega mais alto, são 4.800 m), se foi a mudança brusca das temperaturas (quente dentro da van e frio fora), cansaço…

Enfim, não curti tanto, claro que ver aquelas ‘construções’ arquitetônicas rochosas tira o fôlego de qualquer um, é arrebatador, mas não ganhou meu ❤…

A primeira parada foi no Mirante Quepiaco com vários flamingos (aprendi que no Atacama existem 3 tipos… Só não lembro os nomes… rs), onde tomamos café da manhã (o que constava no programa era almoço…) com o visual fodástico.

_DSC0771 _DSC0776 No Salar propriamente dito, que é enorme, há algumas paradas, a van percorre vários km numa vibe rally do deserto… Um dos stop’s é o lugar e o momento pra aproveitar e fazer pipi atrás de alguma pedra… Pois não há nenhum baño durante todo o passeio…

_DSC0801 _DSC0806 O grupo foi fazer um hikking, preferi não ir e aproveitar para fotografar ao redor com calma. O motora me deixou numa trilhazinha em que fui descendo à pé e capturando imagens. Aí sim pude fazer tudo com calma, deu para aproveitar e curtir o lugar…

_DSC0808 _DSC0820 _DSC0879

Tour astronômico

Ele não acontece todas as noites, pois quando é lua cheia, a claridade impede de se ter uma boa visualização do céu.

Logo que cheguei no Atacama, na porta da agência Space estava escrito que os passeios só aconteceriam depois do dia 6/1. Até que na última noite da viagem, o pessoal do hostel conseguiu finalmente agendar o passeio.

No dia seguinte, enquanto esperava o transfer para o aeroporto, conversei com o dono do hostel e contei que não tinha curtido tanto o passeio, e foi então que descobri que existem vários para o mesmo objetivo!! Por isso minha expectativa em relação ao que amigos contaram e li em alguns sites, não foi o que eu esperava… 😦

O que estava contando era com o tour que um francês oferece, em que, num lugar fechado ele explica alguns assuntos; e em seguida, em local aberto, há alguns telescópios para as pessoas verem o que ele tinha dito.

No que eu fui, tinha o professor e sua assistente. Entramos num espaço tipo um iglu sem o teto, e a guria procurava as estrelas e constelações melhores posicionadas, apontava o equipamento e íamos um a um ver. Achei que faltou uma apresentação do local, dele e etc… Claro que ele deu as explicações sobre o que víamos, mas como estava esperando algo diferente…

No final há um lanche com comidinhas, café, chá e pisco. Este também é o momento para tirar fotos.

A partir de dezembro deste ano, o projeto AMA oferecerá excursões também, não será como estes astronômicos, mas para conhecer a infra estrutura do local, como os telescópios que emitem sinais para o espaço e afins.

Vou dizer a frase clichê, mas que é verdadeira, fazer o que?

Atacama, logo menos tô de volta!! =)

San Pedro de Atacama – Dia 6

Dia 6 – Gêiser + Valle de la Luna e Valle de la Muerte

Dia de madrugar: passeio para o Gêiser de el Tatio. Sim, estava com medo. Sim, segui as instruções de não jantar carne e/ ou nada pesado e nem tomar bebida alcoólica, além de não tomar café da manhã, fui só de chá de coca.

O desayuno é oferecido durante o passeio, entre um gêiser e outro. Nos gêisers, o tour passa por 2 lugares, o primeiro é o que tem vários, em que o sol vai parecendo devagarinho enquanto o guia explica o fenômeno.

Quando fui, estava 1 grau negativo. Ao contrário do que eu tinha lido, não foi taaaanto frio assim. Fui com meia calça grossa por baixo da calça jeans, camiseta de manga comprida, fleece e jaquetão grosso. Fora luvas e gorro.

_DSC0415 _DSC0490 Quando fomos para o segundo local, onde tem a piscina térmica (não entrei) e outros gêisers, eu já tinha tirado as luvas, touca e casacão…

Depois fizemos parada no povoado de Machuca, que é um vilarejo em que moram umas 3 famílias, vivem praticamente do turismo, já que os passeios param lá para que os visitantes comam espetinho de lhama (eu morri de dó, mas comi, afinal, quando terei outra oportunidade? Parece carne de vaca, com gosto mais fraco) ou empanadas de queijo, queijo de cabra e etc.; e claro, uma senhorinha com uma lhama que cobra para tirar foto… _DSC0544 _DSC0550 Este dia foi bem hardcore, depois de ter feito o passeio madrugador, no meio da tarde fui pro Valle de la Luna e Valle de la Muerte.

Sei que muita gente gosta mais do Salar de Tara, mas este foi imbatível, de longe o melhor, por diversos motivos: o guia Gustavo é demais! Simpático, divertido, gente buena, sabe muuuuito! No começo pensei que fosse ser furada, pois começamos pelo Vale de la Luna, que é onde geralmente os passeios terminam para ver o por do sol, mas o guia que é danado, fez um roteiro diferenciado, e foi meeeega melhor.

Passamos por lugares entre os cânions, vimos as 3 Marias (atualmente duas, pois no começo dos anos 2000, quando ainda não havia fiscalização no local, um turista subiu numa delas e a quebrou…), escutamos o som das rochas se dilatarem, entramos numa caverna e ouvimos Gustavo contar não só sobre os locais que visitamos, mas também sobre a cultura local. Passamos pelas Cuevas de Sal, e no final voltamos para o Valle de la Lunna ver um dos por do sol mais lindos que já vi na vida…

_DSC0594 _DSC0647 _DSC0704 _DSC0574 _DSC0765 Toda a paisagem vai mudando de cor conforme o sol vai sumindo no horizonte…

Se tivesse ficado mais tempo, certamente faria o passeio de novo.

Mara, mara, mara!!