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Foz do Iguaçu (PR)

Quem ainda não foi, deve colocar Foz do Iguaçu como destino na lista de futuras viagens. Eu, sem vergonha, sempre ia adiando. Mas, se soubesse a maravilha que é, não teria adiado tanto.

Foram três dias de passeios:

1) Puerto Iguazu (AR)

Esta é a cidade argentina que faz fronteira com Foz do Iguaçu.

Para chegar lá, fui de ônibus municipal (R$ 3,45) até o Terminal. De lá, você deve sair e virar a primeira esquerda, ande um pouco e logo verá um ponto de ônibus com identificação de que o ônibus internacional (R$ 4,00) passa. Tanto os ônibus municipais quanto o internacional, aceitam reais ou pesos.

A “viagem” leva em torno de 30 minutos para passar ao lado argentino. Não esqueça de levar RG (emissão com no máximo dez anos) ou Passaporte, pois terá de passar pelo posto de imigração.

Desci no centro e já fui tomar um Freddo para matar as saudades.

O miolo da cidade não é muito grande, tem vários restaurantes e lojas.

Almocei no A Piacere, pedi um prato executivo, não foi nada demais…

Como estava um chove e para, chove e para; peguei um táxi para ir até “Hito Tres fronteiras”, “cruzamento” entre os rios Paraná e Iguaçu, e que marca a fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai.

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O lugar é mágico demais, merece uma visita.

Cada vez mais amo a América Latina (pra mim é fácil, já que sou meio esquizofrênica em relação à nacionalidade… rs), e fico impressionada com o tanto de cultura, tradições e costumes que precisamos conhecer dos países vizinhos… É muita riqueza, e sempre fico emocionada pela oportunidade de ser uma latino americana e ter a chance de conhecer esses lugares.

Fui andando pela Costenera até o Porto, que tem opção de passeio de balsa, mas como ficaria tarde para voltar para Foz, não fui =(

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Voltei caminhando para o centro (tem duas subidas encaráveis no meio do caminho), fiz uma parada para matar a sede, e hora de pegar o ônibus para voltar. Atenção que o último para Foz passa às 19h00 num ponto perto da loja Freddo.

Lá não precisa gastar o portuñol, todo mundo fala português, além de serem mega gentis e prestativos (o pessoal de Foz também!), fiquei impressionada. Sempre ótimo ter essa recepção de acolhimento.

 

2) Cataratas do Iguaçu

Nesse dia, choveu o dia todo. Fiquei na dúvida se arriscava passear ou dormia. Para não perder um dia de bateção de perna, fui mesmo assim. Peguei o guarda-chuva, comprei uma capa de chuva e encarei.

Fui de novo até o Terminal, e de lá peguei o ônibus “102” (ele também passa pelo aeroporto, mas não é adaptado para quem carrega malas, portanto, se estiver com muitas, não indico) e desci em frente à entrada da bilheteria das Cataratas. Comprei o ticket (R$ 38,00), peguei o bus que circula lá dentro. Ele faz algumas paradas nas atrações pagas que ficam dentro do “parque”, e desci onde começam as cataratas.

O bom de ter ido num dia em que São Pedro não ajudou, foi que não tinha muita gente. Claro que tinha outros “doidos”, mas foi bem tranquilo ver as cataratas e fotografar.

Logo vi algumas e pensei comigo: “Nossa, será que é só isso?”. Não, o melhor fica pro final… rs

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Esse é só o aperitivo.

As primeiras já impressionam, tiram o fôlego, mas não é aquele “uau!”.

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Daí você vai caminhando por uma trilha de 1,5 km. É bem tranquilo, apesar de algumas subidinhas e descidas, intercaladas com paradas nos mirantes. Conforme vai avançando, começa a escutar barulho mais forte de água e vê uma névoa. Pronto, chegou no ponto alto do passeio.

Há uma mega queda d’água, que você enxerga de perto ao atravessar uma passarela. Impossível não se molhar. Não resisti e fiquei lá um tempão levando água gelada na cara, no corpo e na alma.

No final da travessia, fica a “Garganta do Diabo”. Uma das imagens mais fodásticas que vi na vida. Fiquei lá um tempão hipnotizada por aquela paisagem. Você entra num momento meditativo, não passa nada pela sua cabeça, somente a emoção de estar vendo essa maravilha.

Nem sei descrever a sensação de força e poder que ela tem. Eu que já sou pouco “peixinha”, fiquei muito tentada a pular naquela imensidão sem fim de água.

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Dá até um aperto no coração de deixar esse lugar tão fantástico. Super obrigatório ir pelo menos uma vez na vida.

Voltando pela passarela, fui em direção à lanchonete/ elevador panorâmico (para os que estão com crianças e/ ou possuem limitações físicas, indico descer nesta parada em vez da anterior, pois consegue ir direto às melhores vistas) que dá acesso a lugares bem perto da catarata. Essa é a vista:

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A praça de alimentação que fica ao lado do local para pegar o ônibus para retornar é melhor da que fica perto da queda d’água. Nessa praça tem opção de lanches, salgados e um restaurante com valor fechado e consume o quanto quiser.

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Vista da praça de alimentação. “Começo” da queda d’água

Caso queira visitar o lado argentino (que dizem ser mais bonito do que o nosso), como não tem como ir pelo parque, pode pegar o ônibus internacional que passa em frente à entrada das Cataratas, descer na rodoviária de Puerto Iguazú, e pegar o bus até as Cataratas argentinas.

 

3) Itaipu e Templo Budista

Logo de manhã fui de bus (não lembro o número) Continuar lendo

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São Miguel do Gostooooso (R

Mesmo antes de morar em Natal (RN), ouvia falar (muito bem) de um vilarejo de pescadores chamado São Miguel do Gostoso, localizado no litoral norte do estado.

Mês passado consegui finalmente conhecer o local.

Sabe lugar que parece cenográfico de tão lindo e que o tempo parou? É lá!

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Para chegar na cidade, fui de bus da Expresso Cabral. Comprei a passagem na rodoviária de Natal antes de embarcar. Dá para comprar ida e volta (passagem fica em aberto). Há dois tipos de trajetos, um mais rápido e outro mais longo, depende do horário, pois pode ser pinga-pinga. O ônibus é antigo, não tem cinto de segurança, mas chega… rs

Fiquei hospedada na Pousada Área Talismã, uma graça!
Quem toma conta é a simpatia Lili.

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Foi tudo perfeito!!

É só atravessar a rua, pegar uma trilhazinha, ou qualquer outra travessa da rua principal, e já chega na praia. Paraíso!

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Lá, vi o por do sol tão mara quanto o de Atacama… Muito lindo e surreal.

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Não explorei as outras praias, pois queria ficar “de boas”, mas da próxima vez, darei um rolé pelas vizinhanças.

Passada rapidinha por Brasília/ DF

Tive um compromisso rápido por BSB, só deu tempo de conhecer lugares ao redor de onde fiquei hospedada (SQN 104) e dar um rolezinho pela Esplanada.

Ainda estou com dificuldade de entender a numeração da cidade. Depois que se entende, deve ser mega prático e fácil.

=)

Na asa norte tem uma parte que é comércio e a outra é residencial, prédios baixinhos, cada quadra com estética diferente de textura e cor dos prédios. Fofo!

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Comecei a bater perna pela Catedral, estava louca para ver o lugar in loco. E realmente é mara, tudo impressiona, apesar de pequena.

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Depois fui caminhando pelos ministérios até chegar ao Palácio do Itamaraty, tentei visitar o museu, mas estava vestindo shorts (na minha opinião, era bermuda, mas tudo bem, fica pra próxima), e não rolou (de fim de semana, pode).

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Logo à frente, à esquerda, está o imponente Congresso Nacional.

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Descendo, chega-se até a Praça dos Três Poderes.

À direita, fica o Supremo Tribunal Federal.

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No meio, o Panteão da Liberdade (não entrei porque o céu já estava ficando escuro por conta da chuva). Vi que atrás tem um parque.

A estrutura branca com duas peças foi feita para remeter à imagem de uma pomba.

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À esquerda (foto abaixo), o Palácio do Planalto.img_2229.

Subi pelo outro lado (lateral do Congresso), que dá para o Palácio da Justiça.

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Continuei andando do outro lado do “Eixão”, até chegar na altura da Catedral e atravessei para visitar o Museu Nacional.

Confesso, não tinha ouvido falar, vi sem querer, quando desci para ir à Catedral.

E que bom, pois me surpreendeu! Está tendo a expô “Onde anda a onda”, de artistas brasilienses.

Muita coisa interessante. Quis trazer algumas peças para casa… rs

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O espaço dentro é gigante! Super super super indico!!!

 

Em frente fica a Biblioteca Nacional.

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Não consegui ir no CCBB, Caixa Cultural, Parque da Cidade…

Mas o local que queria ter passado sem falta foi na Torre da TV, é pra ser visitado no fim da tarde… Ficará pra próxima.

 

A imagem abaixo não é do fim da tarde, mas do nascer do sol… Aliás, o céu de Brasília é uma coisa massa!

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Serviço

  • Primeira vez que fui de AirBnB, dei sorte! Tudo certo.
  • Uber super funciona (para sair do aeroporto, inclusive). Use!
  • Pelos poucos lugares que andei, achei muito seguro, inclusive para andar com celular na mão.
  • Alimentação um pouco mais cara que São Paulo…

Gira, gira, roda, roda…

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Depois de seis anos em Natal city, eis que retorno para SP.

Às vezes a vida te oferece outra trilha para percorrer. Então, sigamos avante!!

No valioso baú de memórias só guardei  e trouxe as boas experiências, histórias e pessoas…

 

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Redinha (RN)

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Logo que cheguei em Natal, isso no início de 2011, ouço o povo dizer: “Você precisa ir pra Redinha comer a original ‘ginga com tapioca'”.

Só que, nunca ninguém me levou! rs

Precisou eu estar com passagem comprada para voltar para SP de mala e cuia para os meus amigos finalmente me levarem para experimentar a iguaria.

Tapioca todo mundo conhece, ginga talvez não. Trata-se de um peixinho, primo da manjuba. E esse prato só é vendido na Redinha? Não, na praia geralmente passam vendedores oferecendo, mas todo mundo fala que não é igual à da Redinha.

Redinha é uma praia que fica na ZN de Natal, precisa-se passar pelo Forte dos Reis Magos (fiquei triste de não ter feito um último passeio lá) e atravessar a ponte nova. Do alto já dá pra ver a Redinha de um lado e o rio Potengi do outro.

Fomos num domingo. Acompanhei os amigos na missa (não sou católica praticante, mas adoro os rituais religiosos). A igreja é linda, toda de pedra, da década de 1950, acho. Quase em frente tem outra azul, mas parece que está fechada.

De lá, seguimos à pé para o famoso Mercado da Redinha. Lá dentro tem vários lugares que vendem o prato. Fomos no da Olga, que dizem ser o mais conhecido e gostoso.

A tapioca pode ser com ou sem leite de côco. Como gosto da massa mais molhadinha, pedi a primeira opção. Vem a tapioca com os peixinhos no meio, você tira o pauzinho que segura os peixes e manda ver!  Repeti de tão bom que tava (e esqueci de tirar fotos…)

Dica: Se quiser sossego, vá antes do almoço, porque depois fica muvucado.

Depois fomos caminhar no píer, que separa o rio do mar. Ô lugar massa! Dá pra passar o dia todo lá… Que lugar lindo… Uma vista mais fodástica do que a outra.

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Depois fomos para a praia que tava super vazia. No fundo da foto abaixo dá pra ver o píer.

Vidinha chata e sem futuro… #sqn

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Tese > Koreeda

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Foram quase quatro anos para a conclusão da tese.

Praticamente três anos lendo, assistindo e escrevendo sobre assuntos que tivessem relação (direta ou não) com o doutorado, que teve como tema o longa-metragem Seguindo em frente, do muso japonês Hirokazu Koreeda.

Tive dias felizes, e outros em que, por diversos motivos, pensei em desistir, achei que não daria conta. Loucura fazer doutorado e trabalhar, mas era o que tinha.

E ufa! Defendi o trabalho e fui aprovada  no dia 01/12/2016, uma quinta-feira ensolarada! Sim, oficialmente doutora.

Acho que até agora a ficha não caiu direito…

Fica a sensação de dever cumprido?

Em partes, porque a gente sempre quer e acha que poderia ter feito mais e melhor.

Mas fico com a sensação de dever cumprido para com o filme e o diretor. Fiz o meu melhor dentro das possibilidades e sempre com muito respeito por ambos, como se estivesse mesmo mexendo em “solo” sagrado.

Em breve pode ser que me despeça dos personagens e espaços cenográficos que permitiram que a pesquisa e o texto fossem desenvolvidos, e que tanto me ensinaram. Porém, de Koreeda não largo mais! rs

Tanta coisa ainda para explorar nos seus filmes…

 

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San Pedro de Atacama – Dia 7

Aaah, esqueci deste último post… =(

Antes tarde do que  nunca =)

Dia 7 Deixei Salar de Tara pro final, de tanto que li que era o melhor, devido à altitude, etc. e tal. Lógico que é lindo, mas não tirou minha preferência pelos Valles do passeio anterior :p Talvez pelo guia não ter sido Eduardo ou Gustavo, ou principalmente pelo fato de ter ficado com dor de cabeça, não sei se foi o soroche (afinal este é o passeio em que se chega mais alto, são 4.800 m), se foi a mudança brusca das temperaturas (quente dentro da van e frio fora), cansaço…

Enfim, não curti tanto, claro que ver aquelas ‘construções’ arquitetônicas rochosas tira o fôlego de qualquer um, é arrebatador, mas não ganhou meu ❤…

A primeira parada foi no Mirante Quepiaco com vários flamingos (aprendi que no Atacama existem 3 tipos… Só não lembro os nomes… rs), onde tomamos café da manhã (o que constava no programa era almoço…) com o visual fodástico.

_DSC0771 _DSC0776 No Salar propriamente dito, que é enorme, há algumas paradas, a van percorre vários km numa vibe rally do deserto… Um dos stop’s é o lugar e o momento pra aproveitar e fazer pipi atrás de alguma pedra… Pois não há nenhum baño durante todo o passeio…

_DSC0801 _DSC0806 O grupo foi fazer um hikking, preferi não ir e aproveitar para fotografar ao redor com calma. O motora me deixou numa trilhazinha em que fui descendo à pé e capturando imagens. Aí sim pude fazer tudo com calma, deu para aproveitar e curtir o lugar…

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Tour astronômico

Ele não acontece todas as noites, pois quando é lua cheia, a claridade impede de se ter uma boa visualização do céu.

Logo que cheguei no Atacama, na porta da agência Space estava escrito que os passeios só aconteceriam depois do dia 6/1. Até que na última noite da viagem, o pessoal do hostel conseguiu finalmente agendar o passeio.

No dia seguinte, enquanto esperava o transfer para o aeroporto, conversei com o dono do hostel e contei que não tinha curtido tanto o passeio, e foi então que descobri que existem vários para o mesmo objetivo!! Por isso minha expectativa em relação ao que amigos contaram e li em alguns sites, não foi o que eu esperava… 😦

O que estava contando era com o tour que um francês oferece, em que, num lugar fechado ele explica alguns assuntos; e em seguida, em local aberto, há alguns telescópios para as pessoas verem o que ele tinha dito.

No que eu fui, tinha o professor e sua assistente. Entramos num espaço tipo um iglu sem o teto, e a guria procurava as estrelas e constelações melhores posicionadas, apontava o equipamento e íamos um a um ver. Achei que faltou uma apresentação do local, dele e etc… Claro que ele deu as explicações sobre o que víamos, mas como estava esperando algo diferente…

No final há um lanche com comidinhas, café, chá e pisco. Este também é o momento para tirar fotos.

A partir de dezembro deste ano, o projeto AMA oferecerá excursões também, não será como estes astronômicos, mas para conhecer a infra estrutura do local, como os telescópios que emitem sinais para o espaço e afins.

Vou dizer a frase clichê, mas que é verdadeira, fazer o que?

Atacama, logo menos tô de volta!! =)