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Europa > retorno ao Brasil + obs. finais

Shame on me 1…

Post final (finalmente!! quase 6 meses depois… =P) sobre a maravilhosa viagem à Europa… E já com saudades…

Como fiz a doideira de comprar a passagem devolta ao Brasil sem ter checado direito quanto tempo ficaria em conexão no Porto (uma noite), agendei hospedagem para pernoitar. Até tinha cogitado dormir no aeroporto, mas estava tão cansada que preferi ficar num hotel, pois o voo de Barcelona chegou no Porto já de noite.
Como meu amigo que mora em BCN tinha avisado que na época da viagem geralmente chovia em Portugal, levei guarda chuva nas viagens (sim, faço isso… =P), mas na volta para o Brasil, o bendito foi na mala despachada. Quando aterrisamos no Porto, estava caindo o maior toró… Ou seja, me fufu…
Arrisquei ir até o hotel, peguei o metrô que sai do aeroporto e tentei chegar ao hotel, que ficava uns 2 quarteirões da estação de metrô, mas não consegui andar nem 2 metros por conta da chuva. Não tinha táxi passando, ninguém na rua, nenhum comércio ou restaurante aberto, já estava ficando encharcada ‘pulando’ de toldo em toldo das lojas, e achei melhor voltar ao aeroporto.
Voltei arrasada, pois todos me falaram pra aproveitar e dar uma volta na cidade, mas não deu… Chegando lá, tomei um lanche, comprei comidinhas para a madrugada, já que o comércio fecha à meia noite, e fui para o primeiro andar, procurei um banco e quando as luzes começaram a apagar, tirei umas sonecas. Sonecas, porque não consegui dormir apesar do cansaço, a senhora da lanchonete falou que era bom tomar cuidado, não com os outros turistas, mas com os ladrões que se fazem de e furtam…

No final das contas a noite foi tranquila, sempre tem gente andando pra lá e pra cá. Antes do aeroporto ‘abrir’, os funcionários começam a fazer limpeza.

Hora da volta: passagem pela imigração, passaporte carimbado, e voo tranquilo no retorno. E já planejando voltar… Rá!

Desnecessário dizer, mas a viagem foi mara! Os lugares por onde passei são liiindos! Maravilhosos!

Por que mesmo que a gente não pode ir pra lá todo feriado prolongado? rs

Serviço

Esqueci de comentar sobre o seguro viagem.

Felizmente não precisei acionar o serviço.

Pesquisei bastante, e como deixei para comprar em cima da hora, os preços não estavam muito simpáticos. O mais baixo era o da CVC, praticamente a metade das outras, estava quase comprando esse, mas disseram que o atendimento não era bom. Como foi a 1a viagem pra Zooropa, não quis arriscar. Decidi então pela Cardinal Assistance.

Se hoje compraria o mesmo seguro? Acho que não, apesar de ter site brasileiro, a empresa é argentina, e o pagamento não é feito em reais, ou seja, paga-se imposto… E tem outras brasileiras com praticamente o mesmo preço e serviços oferecidos.

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Elevador da Glória e around, Museu do Azulejo, Cinemateca & Parque das Nações

Dando continuidade aos passeios com bondinhos, peguei o Elevador da Glória (na verdade bondinho) e fui para a parte alta da cidade, de onde se consegue perder fácil pelas ruas ao redor e encontrar joias escondidas.

No final da parada tem uma simpática pracinha com um café:

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E de lá é só bater perna:

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Fiquei fissurada (pirei, na verdade) pelos prédios de azulejo verde:

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Museu Nacional do Azulejo (outro assunto pelo qual sou fascinada), fica afastado do centrão, mas dá para chegar.

O museu é bem bacana, grande, tem desde obras tradicionais até de vanguarda.

Não deve ser muito visitado, só vi mais 3 pessoas passeando por lá.

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No meio do museu tem jardim (cuidado com as portas que dão acesso, quase quebrei uma delas que estava com sinalização verde ao tentar abri-la, uma funcionária apareceu correndo para ver o que tinha acontecido, e falou brava pra ir para a outra porta, mas depois veio toda fofa perguntando se tinha gostado):

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Cinemateca:

Não sabia que existia, foi uma amiga que indicou. Além de sessões de cinema, tem exposições, livraria (com funcionária também mega simpática, conversamos bastante) e café. Cuidado com horário, só abre depois do meio dia, apesar do que informa o site.

A mocinha da livraria disse que muitos portugueses e turistas comentam que chegaram ao local ao passar em frente, pois não é muito divulgado…

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Parque das Nações:

Assim que você chega na estação de metrô, que tem esses azulejos ‘grafitados’:

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Quando sai da estação, dá de cara com o shopping Vaso da Gama, ao atravessá-lo, chega ao parque, que é enooorme de grande.

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Tem Oceanário:

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Teleférico que ajuda a ir de um lado ao outro:

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E vários outros espaços, também dá para passar o dia:

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PRODUÇÃO:

Elevador da Glória – bondinho sai de uma travessa da av. da Liberdade, perto da Pça. do Rossio

Museu Nacional doAazulejo – só na volta descobri que tem ônibus (não lembro o número) que sai da praça em frente à Fundação Saramago, melhor do que ir de metrô (como fiz) e ter de andar uma parte meio suspeita para chegar lá.

Cinemateca – travessa da av. da Liberdade

Parque das Nações – estação de metrô Oriente

Elevador de Santa Justa, Fundação José Saramago, Mosteiro dos Jerónimos & Torre de Belém | Lisboa

Sei lá o que acontece com esta pessoa que escreve… rs

Sou apaixonada por meios de transporte… Teleféricos, bondinhos, trens e etc.

Por mim, teria andado em todos de Lisboa… hahaha

Elevador de Santa Justa

Não sei se o elevador de Santa Justa é o mais famoso, mas fica bem no centrão de Lisboa, impossível não vê-lo!

Fui no finzinho da tarde, e fiquei no topo olhando as luzes da cidade acendendo.

Saída do elevador na parte superior:

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No canto superior direito está o Castelo de São Jorge:

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Na saída superior fica o Convento do Carmo:

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Fundação José Saramago

Ah, Saramago, outro ‘culpado’ pela meu interesse por Portugal…

Não sabia que existia uma fundação, encontrei sem querer quando vi no mapa quando procurava outro lugar.

Fica nessa casinha, não é grande, mas tive a mesma sensação de sagrado quando entrei na Fundação Miró, só faltei beijar o chão do local.

Sente-se sua presença ali…

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Esta é uma montagem que reproduz seu escritório e lugar de trabalho:

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Mosteiro dos Jerónimos

Você já fica emocionado quando vê a grandiosa arquitetura externa, mas depois que entra, não quer mais sair de lá…

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Na entrada fica uma igreja:

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Mosteiro:

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Prédio do Museu da Marinha que fica ao lado:

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Em frente fica um parque liindo :

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E depois de atravessá-lo (tem passagem subterrânea), chega-se ao Monumento ao Descobrimento:

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De lá fui caminhando até a Torre de Belém (fiz pit stop num restaurante no ‘meio do caminho’ para almoçar, já que não tem muitas opções para comer):

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São vários andares por uma escada circular estreita (tem que esperar o povo vir do sentido contrário, senão não dá para passar), alguns andares não são tão interessantes, mas é obrigatório ir até o último.

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Na saída continuei caminhando ‘em frente’ e me deparei com este espaço MARA!! É a  Fundação Champalimald, de investigação científica de biomedicina, que mais parece um centro cultural:

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PRODUÇÃO

O Elevador de Santa Justa fica no centrão, é só olhar para o alto, no sentido oposto do Castelo de São Jorge.

Para subir e descer pode-se utilizar o cartão Lisboa viva, mas ele só serve para o trajeto até lá em cima, para ir ao miradouro, paga-se outro valor, e vale!

Fundação José Saramago > fica num lugar meio estranho, é perto do centro, dá para ir à pé da Praça do Comércio.

Mosteiro dos Jerónimos & Torre de Belém >Sugiro 1 dia de visita, é muita coisa para ver…

Se comprar o bilhete para visitar os 2, tem desconto.

Peguei o Elétrico 15 (trem super moderno) na praça do Comércio (todas as paradas têm número dos transportes que param ali). Passeio super agradável, pois você vai conhecendo lugares que estão fora da rota turística.

Eu deveria ter descido na Torre de Belém (cada parada é anunciada e tem plaquinha dentro do vagão também), que fica depois do Mosteiro, mas como a pessoa é ansiosa… Depois andei tudo de volta até o ponto que fica em frente à Pastelaria de Belém, e não, não provei o famoso pastel lá, pois a fila estava na calçada… =P

Provei na Pastalaria da Suiça…

Praça do Rossio, Praça do Comércio, Miradouro de Santa Luzia & Castelo de São Jorge | Lisboa

Lisboa!

Fácil reconhecer pontos em comum da terrinha de cá com a de lá, além da língua, tem o jeito simpático de tratar as pessoas, a espontaneidade, o humor, e a gentileza com o outro.

A cidade tem a parte baixa e alta. Alguns lugares ficam na parte superior de uma ladeira sem vergonha, mas tem os funiculares (elevadores) e elétricos (bondinhos) para facilitar a nossa vida.

Praça do Rossio, fica na parte inferior da av. da Liberdade (o hotel onde me hospedei está localizado no final da parte superior). As ruas (a mais famosa é a Augusta) que continuam até a Praça do Comércio comportam vários comércios de rua e shoppings, têm desde o sapateiro que trabalha numa portinha (que fui procurar pois meu tênis novo veio com a sola lisa, e queria colocar algo anti derrapante [levei um tombo em Madri… kkk]), até grifes internacionais, tudo misturado, lembra algum lugar?

Na praça e arredores têm vários lugares para comer, desde McDonald’s até restaurantes típicos, e claro vááárias docerias (inclusive a Pastelaria da Suiça, que tem doces e salgados).

 

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Praça do Comércio:

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Momento emoção em Lisboa: ver o rio Tejo ao vivo e a cores. Nossa ‘relação’ começou por conta do grupo português de fado Madredeus (para quem não conhece, procure pelos primeiros discos, com a antiga vocalista Teresa Salgado. Não aconselho escutar se estiver de coração partido, as músicas são liiindas, mas tristes), que tem canções inspiradas no rio…

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Rua do Comércio, onde se pode pegar o elétrico 28 para subir até o miradouro Santa Luzia e depois seguir à pé até o Castelo de São Jorge (na foto o bondinho está voltando para o centro, então tem que esperar por ele no ponto que aparece do lado direito).

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Vista do Miradouro de Santa Luzia:

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De lá tem placas indicando como chegar ao Castelo de São Jorge:

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É de lá que se tem as vistas mais fodásticas da cidade:

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Habitantes (exibidos) do Castelo:

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Bem neste local tem um restaurante bom para almoçar (sistema a la carte e buffet, e que ao contrário da maioria dos que ficam dentro de lugares turísticos, tem preço bem em conta e funcionários mega simpáticos).

PRODUÇÃO

O metrô que sai do aeroporto é mega mão na roda, funciona super bem. Durante toda a estadia usei o cartão Lisboa viva, que você carrega com 5, 10 ou 15 euros, e utiliza até acabar o ‘crédito’, depois recarrega quantas vezes quiser nas maquininhas que ficam nas estações. Ele serve para metrô, ônibus, elétricos e trem.

Esse roteiro da parte baixa dá para fazer todo à pé. Tem gente que encara subir até o Castelo. De repente seja interessante subir com bondinho e descer caminhando, já que aí todo santo ajuda.

A entrada no Castelo é cara, mas acho sim que vale a pena conhecer o lugar…

Clima: amigo já tinha avisado que poderia pegar chuva em PT. Não peguei nenhuma torrencial (tirando durante o perrengue da conexão da volta ao BR – contarei mais à frente), só alguns chuviscos rápidos durante o dia. Por isso, se o tempo estiver bom, visite o castelo, que durante e/ ou pós chuva deve ficar bem escorregadio por conta do chão de pedras, tanto o castelo quanto o trecho para chegar lá.

Reina Sofia, Museu del Prado, Parque de El Retiro & Biblioteca Nacional | Madri

Post dedicado às artes, e para parque El Retiro, lugar liiindo e ótimo para descansar e tomar um pouco de ar (gelado).

Um dos meus grandes arrependimentos na viagem foi ter deixado Reina Sofia e Museo del Prado para o mesmo dia de roteiro…

Explico: O primeiro tem tamanho ‘normal’, você consegue ver tranquilamente todas as exposições em uma manhã (tem vários quadros do Miró). Ao contrário do segundo, que é gigaaaante de grande! Não tinha noção do quão enorme é, absurdo! Ninguém me avisou… rs

Ele não é para ser visitado em uma tarde, nem em 1 dia, quiça em 2… Portanto, se quiser ver direitinho e bem, reserve tempo. Devo ter visto 2/3 do acervo, e no final do dia, infelizmente cheguei ao ponto de nem prestar atenção direito (sim, é uma heresia dizer isso, mas…) às obras, estava cansada, com fome e decidi ir embora… snif, buá… =(

Heresia 2 é assumir que depois deste passeio, peguei ‘abuso’ de museus… Mas já passou… hahaha

Pics de Reina Sofia:

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Tem um jardim no meio que vale uma visita:

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Museo del Prado

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Fui caminhando do Reina Sofia, é um trajeto lindo… Vá à pé se conseguir…

Museu Thyssen-Bornemisza (não entrei neste outro famoso museu, já estava ficando falida… rs)

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Parque El Retiro:

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O que são essas árvores made by um Edward mãos de tesoura não grotesco?

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Biblioteca Nacional (tem exposições também):

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Caixa Forum (é tipo CCBB, Itaú Cultural, mantido por um banco, tem também unidade em Barcelona, perto do MNAC):

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PRODUÇÃO

O metrô de Madri é super fácil de usar também. Assim que desembarquei no aeroporto já comprei o ticket com 10 viagens em uma das maquininhas que ficam antes da entrada do metrô no próprio aeroporto.

Um lugar bem legal para comer é no 100 Montaditos, cervejaria (co m filiais em vários lugares do mundo)que, como diz o nome, tem váarias opções de lanches deliciosos e salada também. Você preenche a ficha que tem na mesa com seu pedido, paga no caixa e espera ser chamado. Os lanches vêm acompanhados de fritas. Com 10 euros come-se muito bem, e tem várias promoções (outra dica aproveitada de Silvia).

Reina Sofia > desça na estação Atocha, quando sair  na rua, é só virar à direita e já verá o prédio e os 2 elevadores panorâmicos externos do museu.

Friiiio > Madri estava beeem mais gelada que Barcelona. Lá tive que usar o kit completo de invernão: casacão grosso, blusas térmicas (é, sei, não é nadinha fashion, mas para bater perna temos que ser práticos), meia calça embaixo da calça (e olha que não sinto tanto frio nas pernas), touca e cachecol enrolado no rosto, sim, porque o frio era tanto que o nariz já estava doendo de respirar ar gelado.

Puerta Del Sol, Plaza Mayor, Palácio Real & Templo de Debod | Madri

Madri, ah Madri e seus madrilhenos… O que dizer?

Muita gente faz comparação com Barcelona, mas na minha opinião, não tem como… Li em muitos sites e blogs que se for para uma, desnecessário ir para a outra. Discordo. Enquanto tive a impressão de Barcelona  ter ar beeem cosmopolita, pessoas com look très refinado; Madri, é um tanto mais ‘largadinha’, não quero dizer esculhambada, mas mais relax, talvez por ser ‘menor’… Isso não significa que não seja frenética, muito pelo contrário, tem um certo ar de corre-corre de SP, non stop, às 2 am ainda tem gente nas ruas e nos bares.

Aliás, ambas as cidades ‘começam e terminam’ tarde, tanto para horários de museus (abrem por volta das 10h00), como para almoço (15h00) e janta (22h00), tarde para os padrões brasileiros.

Sobre bateção de perna, a cidade é muito fácil de andar, plana e pequena, as principais atrações turísiticas estão concentradas no centro, ao lado direito e esquerdo da cidade. Então a melhor pedida é se hospedar perto da Puerta del Sol, que fica bem no centro (e de onde fui caminhando desde o hostel).

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Puerta del Sol

Em seguida segui para Plaza Mayor, quando me deparei com esta ‘cenografia’ mega fofa da fachada de uma relojoaria (parece de um conto de fadas), que fica em uma das entradas da Plaza

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Plaza Mayor

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Plaza Mayor

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Plaza Mayor

Lá fica um centro de informações bem bacana.

Próxima parada: Palácio Real, momento de emoção em Madri. Arquitetura gigante, majestosa (claro!!), fiquei tocada, anestesiada e permaneci um tempão só apreciando… Pena que estava fechado para evento real.

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Fui ‘subindo’ (na verdade indo em direção ao norte) até chegar ao Templo de Debod. Olhando por fora nem dava muita coisa.

Ainda bem que entrei! Tem várias salas e andares para visitar. Os seguranças não são lá muito simpáticos na hora de organizar o número de pessoas que ficam em cada lugar (são mega estreitos), mas super vale a visita.

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Templo de Debod

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Última visita do dia: Plaza de España. Tem monumento em homenagem a Cervantes e ao fundo o edifício España:

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Fui todo o percurso à pé, morri de cansaço, claro, mas a gente perde tanto andando de ônibus, metrô, táxi e city tour então, nem se fala…

Fiquei super encantada pelas arquiteturas que vi… Temos sim alguns exemplos em SP e no RJ, mas ver a cidade inteira tomada pela arquitetura tradicional, não tem preço. Você anda um tanto e pensa: ah, já vi tudo, não terá construção melhor que essa depois da próxima esquina, mas tem, sempre tem…

Chega a ser ‘irritante’! rs

Nesse dia só peguei metrô da Plaza de España para voltar ao hostel.

Barcelona | Parque de Montjuïc

Barcelona

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Cheguei já à noitinha na cidade e meu querido amigo me esperava no aeroporto, foi ótimo ver um rosto familiar e falar português quando a pessoa já não sabia mais onde estava, que horas eram e qual língua falar depois de horas de voo, passar pela imigração e conexão no Porto… kkk

Depois de ter feito check in no hotel e me recomposto, fomos jantar no Fresc Co (que Matraqueando já tinha comentado) e dar uma volta pela cidade.

No dia seguinte, claro que o primeiro passeio na cidade foi conhecer a Fundação Miró, deuso desde que comecei a me interessar pelas artes plásticas.

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A sensação era de entrar em local sagrado, de ter que fazer reverência antes de adentrar, ir devagarinho, para olhar tudo com muita atenção e dedicação, como se tivesse que registrar tudo… Já tinha visto algumas de suas obras em São Paulo, mas estar lá foi muito especial, tipo prestar uma homenagem em seu ‘templo’…

Agora já posso ir desta para o outro lado (que demore mais umas boas décadas… rs), pois visitei o local dedicado a um dos artistas que mais me inspira.

O espaço não é muito grande, e além da exposição permanente com as obras de Miró, tem outras temporárias de outros artistas.

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A fundação fica no Parque de Montjuïc, enooorme e liiindo (sério, sem exageros), dá para passar o dia lá passeando pelas ruas, indo até o castelo de Montjuïc, estádio e inúmeros jardins, que parecem saídos de conto de fadas.

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Estádio Olímpico

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Fachada lateral do Estádio Olímpico

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Neste mesmo parque ainda fica o MNAC (Museu Nacional d’ Arte de Catalunya). Mara! Mara! Mara! Um dos museus mais lindos que já vi na vida… Parece que todo o ‘peso’ cultural e histórico do local penetra em você, nem sei explicar…

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Lá fica o espaço (fotos abaixo) que quase tive vontade de chorar quando vi devido à sua oponência. Fiquei pensando como o mesmo homem que constroi tal tipo de arquitetura também é capaz de destruí-la:

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Este  museu também tem exposições permanentes e temporárias. As permanentes estão dividas em espaços diferentes e por movimentos históricos/ artísticos: arte romana, gótica, renascimento, barroca e moderna.

Caso não consiga ver tudo de uma vez, o museu fornece prazo de até 1 mês para ver o restante, e sem pagar, é só apresentar o ticket.

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PRODUÇÃO

Língua: em Barcelona, capital da Catalunha, se fala catalão (dãrrr), claro que espanhol também, mas eu achava que o espanhol fosse mais usado, e quebrei a cara! rs. Estranhei muito, muito, porque pra mim a língua é uma mistura de russo com francês… hahaha

Enfim, alguns letreiros informam em catalão, espanhol e inglês. No final dá tudo certo…

Da plataforma externa do aeroporto pegamos o ônibus 46, que leva uns 30 min. até o ponto final, um tantinho antes da Plaza de España. Atenção: não é de lá que o ônibus volta para o aeroporto, e sim da parada fica na Plaza de España, mas em frente ao shopping Arenas de Barcelona. Todas as paradas informam quais são os ônibus que param, algumas têm mapa com trajeto das linhas e placa que informa quanto tempo falta para o ônibus passar, de verdade, cronometrado.

Em frente ao Arenas de Barcelona (pequeno, mas tem Fnac, Sephora…) tomamos o ônibus 27, que tem parada (Josep Tarradellas – England) em frente ao hotel. Ônibus novos, limpos, tem máquinas para validar o cartão (se não tiver um, pode pagar direto para o motorista, já que não tem cobrador), lugar para prender carrinho de bebê, e a maioria têm plaquinha que mostra e anuncia a próxima estação (alguns não têm nenhum destes recursos, outros só mostram no letreiro).

O metrô tem várias linhas, mas é fácil de usar, tem mapas e (quase sempre) informa as direções, tanto das saídas quanto do sentido da linha; mas a maioria das estações não tem funcionário (todo mundo compra o ticket nas maquininhas, algumas aceitam cartão de crédito), o que complica na hora que precisa pedir informação. Os vagões são limpos e novos, interessante é que tem que apertar botão na porta para abri-la. Nem todas têm escada rolante, e em algumas você terá de subir até 4 lances para chegar na saída.

Super sugiro comprar o cartão de transporte público T10 (pode comprar o da zona 1, que cobre toda a cidade e dependendo do ônibus, até locais da grande Barcelona, depois relato a aventura que foi ir até outlet em outra cidade), que serve para usar em 10 trechos de metrô e ônibus, digo trechos porque vc tem o intervalo de 1h15 para usar a quantidade que for de transporte público.

Fundação Miró – peguei ônibus 150 na rua que sai da Plaza de España em direção ao MNAC, e te deixa em frente à fundação. Chegue cedo, pois às 12hs já tinha uma mega fila. Infelizmente não pode tirar fotos lá dentro, nem sem flash. Dá para ir subir à pé desde a Plaza de España, mas acho longinho.

MNAC – Dá para ir à pé da Plaza de España, é uma subidinha meio sem vergonha, mas tem umas partes com escada rolante.

Fresc Co é uma rede de restaurantes estilo buffet, que vc paga valor fixo (com direito a comida fria e quente, bebida, sobremesa, café e chá) e come o quanto quiser. Tem muita variedade, super vale a pena.

Temperatura: na 1a parte da viagem estava frio, mas friozinho tranquilo, tipo uma camiseta de manga comprida e um casaco não muito pesado por cima; já quando voltei pra cidade, a temperatura era outra (mais blusas, casaco mais pesado e quase usei meia calça por baixo da calça), meu amigo até comentou que o outono tinha acabado e o inverno chegado, mas nada que casaco ‘made in Brazil’ não desse conta.