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Chile | Patagônia | Puerto Natales

Dia 06. Punta Areas/ Puerto Natales

Não sei se foi falta de pesquisa da minha parte para a logística para ir de uma cidade à outra, ou se as fontes consultadas não ajudaram mesmo rs.

Enfim, aqui ficam alguns avisos:

– Para chegar em Puerto Natales, o aeroporto mais perto é o de Punta Arenas. MAS, durante o verão, o de Puerto Natales funciona duas vezes por semana, leia mais aqui. E eu nem sabia que tinha aeroporto lá…

– Os ônibus das companhias rodoviárias que vão até Puerto Natales passam no aeroporto de Punta Arenas, MAS, precisa fazer reserva antes na empresa que escolher.

– Como não tinha feito reserva, pois achava que seria sussa pegar um dos bus das três empresas (Buses Fernandez, Buses Pacheco e Bus Sur) que fazem o trajeto, tive que pegar um táxi e ir até um delas. O motorista disse que os ônibus saem de 30 em 30 minutos. MAS, não é bem assim, essa foi mais uma pegadinha rs. Ele nos deixou no Bus Sur, que só tinha ônibus às 21:00 para o destino final.

– Outra pegadinha: em Punta Arenas não tem rodoviária onde ficam as lojas das empresas, cada uma tem a sua própria, em endereços distintos! Assim que reparei nisso, fui até a da Pacheco que fica um quarteirão antes da Bus Sur, MAS nesse dia não tinha mais viagem pra Puerto Natales. A da Fernandez está localizada quatro quarteirões pra frente. Lá ainda tinha passagem pro ônibus das 20:00. Ufa!

– Comprando ida e volta, tem desconto de 1.000 pesos (15.000 ida/ volta).

Atenção para a paisagem da viagem. É mara demais!

Não via a hora de entrar no ônibus e chegar no hostel! Três horas depois, finalmente em Puerto Natales. A hospedagem fica perto da rodoviária , então fui à pé mesmo. Esse dia foi “perdido”, só para fazer o trajeto para a segunda cidade base.

 

Dia 07. Puerto Natales

Puerto Natales tem “cara” e jeito de cidade. Não tem o ar e a arquitetura colonial/ cenográfica de Puerto Varas. E nem o seu charme.

Depois do café da manhã, fiz câmbio no La Hermandad (que estava com os mesmos valores de outros). Fechei também passeios na Comapa, agência bem recomendada (os valores não mudam muito de uma para outra).

 

Sobre os passeios:

Em Puerto Varas, os preços estavam ok, tipo, dá pra fazer os tours, MAS em Puerto Natales é tudo muito mais caro! Fechei só o das geleiras Balmaceda e Serrano, e, claro, Full day para o Parque Nacional Torres del Paine.

Queria muito ter feito geleira/ lago Grey, Pinguinera da Ilha Madalena, e Estreito de Magalhães.

O primeiro estava bem carinho, e os outros dois saem só de Punta Varas… Até considerei fazer bate volta ou tentar cancelar a última diária do hostel em Puerto Natales, e reservar em Punta Arenas, MAS como eu já estava cansada e os passeios são puxados (não no sentido de serem difíceis, eles são tranquilos, mas cansam… rs), achei melhor deixar o último dia free e mais relax.

Outras opções seriam visitar um local depois da fronteira Chile/ Argentina, mas os taxistas consultados disseram que a imigração argentina encrenca com esse passeio, e não libera a entrada para o outro país.

Há cidades perto de Natales para fazer bate volta, que leva uma ou duas horas para chegar, MAS tem que alugar carro, pois da rodoviária de Natales (sim, lá tem rodoviária com lojas das empresas rodoviárias!), só saem ônibus para Punta Arenas e Parque Torres del Paine… Ou seja, não há alternativa para visitar cidades próximas =(

A última tentativa seria fazer bate volta para Perito Moreno, na Argentina. Eu não fazia tanta questão, pois já tinha ido. Como a minha amiga não conhece, consideramos ir, MAS, só de saber que, além de caro, seriam 8 horas de estrada (ida/ volta) até lá, para ficar só 02:30 na geleira, desistimos…

Portanto, super sugiro não ficar só em Puerto Natales, considere uns dias também para Punta Arenas, seja para passeios e/ ou conhecer a cidade que é bem maior.

A impressão é que Puerto Natales gira em torno de Torres del Paine. E acho que é isso mesmo…

Dito isso, fui almoçar, fazer mercado (supermercados não dão sacolinha, leve uma ou compre – tem uns homens que vendem do lado de fora), e bater perna pela cidade.

A beira-lago é linda, não tem como não ser! rs

Fui pelo lado direito, pois há pontos turísticos: Monumento al Viento, Muelle Historico, e Monumento de la Mano.

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Monumento al Viento

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Muelle histórico – Super pirei nesse lugar!

 

No Muelle histórico, alguns artistas estavam produzindo peças em pedra e madeira.

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Monumento de la Mano

 

Dia 08. Gelerias Balmaceda e Serrano

Estava mega ansiosa por esse passeio. Catamarã, água e geleiras… A pessoa fica bem animada com essa mistura! rs

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Parada pra ver os leões-marinho

A geleira Balmaceda é vista do catamarã.

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Para o glacier Serrano, o catamarã atraca no Parque Nacional Bernando O’Higgins.

Tem duas trilhas: uma mais light e que dá direto no glacier visto de mais longe, e outra mais comprida (duração de 60 minutos) com um pouco mais de emoção e que permite chegar mais perto.

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Depois segue-se para a Estância Perales, onde ocorre o almoço (já incluso no valor do passeio). O ideal para quem gosta de fotografar é tentar sentar numa das mesas que é atendida primeiro (o serviço é beeem lento e pessoas da minha mesa ficaram sem a sobremesa porque acabou), para ter tempo suficiente para fazer os registros. Seria ideal pernoitar no local, mas acho que esse serviço não é fornecido, pois somente quem estava fazendo o tour almoçou e caminhou pela estância.

O clima desse passeio é bem diferente do que foi feito no Lago de Todos os Santos. O frio é o que eu estava esperando que fosse igual ao da Patagônia argentina. Sobrevivi com legging e calça jeans por cima, camiseta de manga comprida + fleece que esquenta bem + casacão. As mãos estavam duras e quase congelando, mas não precisei pôr luvas, e nem gorro pra esquentar a cachola.

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E retorna-se para a cidade =(

(Apesar de o passeio ter sido reservado na agência Comapa, quem o executa é a Tourismo 21 de mayo, cuja especialidade são os tours aquáticos)

 

Dia 09. Cueva del Milodón / Parque Torres del Paine

Enfim chegou o dia de “encarar” as tão faladas torres!

Antes de ir ao parque, há parada na Cueva del Milodón, uma caverna com registro rupestre, e onde viveu o milodón (não na mesma época em que o homem pré-histórico), espécie de preguiça gigante. Apesar de o bicho ser a atração principal, fiquei muito, mas muito mais interessada na caverna… rs

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Tem uma trilha curtinha para se chegar na entrada do lugar, e lá dentro, outra.

É muito massa poder percorrer o interior da caverna. E o caminho termina na réplica do animal.

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E a paisagem externa é maravilhosa!_DSC0608

De volta ao bus, depois de um tempinho chega-se ao parque. Quem ainda não pagou a entrada, desce e paga.

O passeio inclui várias paradas dentro do parque, dentre elas:

Lago/ Praia/ Glacier Grey

Para chegar aí, tem uma trilha que dá para fazer sem maiores esforços, e que dá no lago/ praia.

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Dá pra ver uns pedaços soltos do glacier Grey.

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Se você pensa que acabou, não, pega mais uma trilhazinha que cai numa faixa de pedra, no meio do lago/ praia.

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Venta. Muito. Sério! Mais do que na passarela para ir à Fortaleza dos Reis Magos (Natal/ RN).

Já é difícil andar porque não é areia, e sim pedra. E com o vento, complica mais ainda.

Mesmo assim, tem que ir, é fantástico. Experiência única!

Sobre o clima, segundo o guia, esse dia fez muito calor, excepcionalmente. Estava por volta dos 25 graus, sendo que a média no verão, durante o dia, é de 18. Por estar sempre em movimento, acredito que não precisa vestir roupa muito pesada. Uma calça jeans ou legging, mais camiseta e um casaco quente são suficientes.

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Lago Pehoe – parada para almoço

A moça da agência tinha avisado que o restaurante do pit stop é caro, então, levei lanche. Ao chegar lá, sentei num dos banquinhos à beira do lago, em cima da ponte (imagem abaixo) e com essa vista de tirar o fôlego, tive um dos melhores “almoços” da minha vida.

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Salto Grande

Como diz o nome, é uma senhora queda d’água.

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Tanto ela, quanto o local todo em volta, inclusive a trilha curtinha que leva até lá, são surreais. As paisagens mudam de repente.

Tem uns trechos com árvores carbonizadas, resultado de um dos incêndios que ocorreram no parque (provocados por turistas).

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Eu já tinha me conformado de que não veria as tão famosas torres. Pois nem sempre elas aparecem. MAS, a última e melhor parada ficou para o final! Como o local oficial para vê-las estava com outro grupo de passeio, o guia fez parada estratégica numa outra praia, também muito linda, e,  ao fundo, tcharam! As torres!

Sensação enorme de gratidão por partir após vê-las.

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Valeu, Torres del Paine. Foi uma aventura bem massa e sem igual! Obrigada pela experiência proporcionada.

 

Dia 09. Puerto Natales

Último dia inteiro na cidade. Como nenhuma opção de passeio rolou, fiquei pela cidade. Caminhei para o outro lado do lago, dessa vez, para a esquerda. Não estava esperando, mas ei que surge um terreno baldio com vários barcos abandonados.

Pirei, claro! Eu que gosto pouco de lugares/ objetos desgastados pelo tempo.

Fico fascinada vendo o que a passagem de tempo deixou de rastro no que quer que seja. Pensar quanto tempo o “objeto” foi utilizado, as pessoas que por lá passaram, o que pode ter ocorrido nesses espaços…

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Segui adiante até chegar na beira-lago, onde tem uma pracinha. Continuei à esquerda até cair num galpão de pescadores. Mais ao lado, um cemitério com mais barcos!

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Apesar de o lugar parecer meio suspeito, fiquei ali um bom tempo fotografando. Passaria o dia lá vendo os desgastes, rachaduras, partes faltantes, os restos…

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Dia 10. Puerto Natales > São Paulo

Nessa última manhã, fiz como em Puerto Varas, venci o frio, a preguiça, o cansaço, e fui bater perna antes do check out.

Por ser cedo e sábado, as ruas estavam desertadas, bem cenário filme de terror e/ ou pós-apocalíptico rs.

Caminhei sem rumo, e como não poderia ser diferente, acabei indo para o beira-lago, na altura do Muelle histórico.

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E de despedida, “recebi” de novo não um, mas três arco-íris.

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Chile, de novo você não me desapontou. Foi lindo, foi mara, foi pho-da.

Agradeço as pessoas que conheci, e aos lugares e sensações que levarei na memória.

 

Serviço e mais infos:

– Todos os voos da viagem foram pela Latam. Comprei os trechos juntos, pois se houvesse algum problema com um deles, a companhia teria que resolver.

Dessa vez não tive imprevisto com voo, mas sim com bagagens. Pela primeira vez na vida, ela foi extraviada, e muita confusão por parte da empresa.

Dica: Mesmo que o atendente diga no check in no Brasil que a mala despachada irá direto para o aeroporto final, quando chegar na conexão em Santiago, verifique se ela não está na esteira, e se você não precisa despachá-la de novo. #ficaadica

Um casal que estava na fila do voo de Santiago para Puerto Montt disse que foi avisado em Guarulhos que precisaria fazer novamente o procedimento em Santiago (como assim cada atendente dá uma informação diferente, Latam?). A mala da mulher chegou em Santiago, MAS a do marido, não. A nossa esperança era que as malas tivessem ido direto para Puerto Montt, MAS, chegando lá, não estavam. Depois de informações errôneas e desencontradas, ela só chegou no dia seguinte.

– Nas duas cidades amanhece por volta das 06h00, e anoitece tarde (umas 22h00). Mesmo à noite, super sussa andar à noite em ambas.

– Apesar de ter ido no verão, as cidades ficam no extremo sul, portanto, o clima é frio. Varas está mais ao norte, mas, mesmo de dia, faz friozinho, um casaco é suficiente. À noite é bem frio. Em Natales, de dia ou de noite, é friaca e ventania na certa!

– Preferi comprar um chip pré-pago. Tinha lido no Viaje na viagem sobre a necessidade de os aparelhos estrangeiros precisarem ser homologados. Ao procurar o link para postar aqui, li que até 28 de março desse ano, não será preciso fazer. Aqui tem o passo a passo para quem for depois dessa data.

De qualquer forma, não sei se foi por causa dessa suspensão, mas quando fui comprar o chip no aeroporto de Santiago, durante a conexão, a vendedora da loja Fotokina disse que não precisava ter homologado o celular. Achei melhor garantir a compra lá, pois, não sabia se acharia fácil o chip em Puerto Varas, mas sim, tem várias lojas das operadoras. Não precisa desembolsar 200.000 pesos como eu =(

– Lugares para comer em Puerto Varas: El Retorno (San Pedro 465) – mega simples. Preço justo e comida super deliciosa (desde a pizza até o salmão. Peça o arroz com amêndoas para acompanhar), é mais frequentado por nativos do que por turistas / Daruma Tea House (San Pedro 251) – tem chás, café, e sanduíches bem bons.

– Em Puerto Natales, o lugar onde mais fui foi Raíces de Chiloé (Blanco Encalada 444). A dona é uma querida! Lá é similar ao El Retorno, MAS não tem pizza rs. O forte são os pratos com frutos do mar e caldos. BBB mara mara / Creperia Cafe & Te (Manuel Bulnes 358) – super fofo e comidinhas gostosas.

Puerto Varas têm muitos cafés. Quase todos servem pizza (que o pessoal até come no almoço durante a semana) e hambúrguer. Puerto Natales tem bem menos cafés, e mais restaurantes.

– Hospedagem foi feita pelo Booking

Varas > hostel 5 Adobes – super indico! As donas Natália e sua mãe dona Soledad são super queridas, flexíveis e ajudaram em tudo! A localização não poderia ser melhor, bem no centro da cidade, perto de tudo.

Os únicos inconvenientes são: tem um bar/ boate quase do lado, fiquei num quarto com varanda, que dava bem pra rua onde fica o bar… E, só tem um banheiro para todos os hóspedes. Chuveiro feminino são dois, mas o banheiro é filho único…

Natales > hostel Chorrillos – o quarto era menor, mas com banheiro privativo. O problema, mas que não é tão problema assim, é que ele fica um pouco afastado do centro, leva uns 10, 15 minutos à pé para chegar na Manuel Bulnes, a avenida principal.

– Oficialmente, se você pagar a hospedagem com dólares ou cartão de crédito internacional, não é cobrado o imposto de 21%. MAS, quando perguntei nos dois hostel sobre a forma de pagamento, disseram que o pagamento sendo em moeda estrangeira ou peso chileno, dá no mesmo, o imposto não é cobrado. Então, pelo menos nesses dois, independe da moeda.

– O seguro viagem foi pela Mondial. Peguei desconto no site Matraqueando, que sempre disponibiliza e ajuda a galera.

 

 

 

 

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Chile | Patagônia | Puerto Varas

Meu interesse por lugares distantes e inóspitos têm aumentado, e permanecem como os preferidos para pegar estrada.

E nesse mês rolou a terceira viagem ao Chile.

A primeira foi para a capital (2012). Depois visitei o deserto, ao norte (2015).

Anos atrás conheci a mara Patagônia argentina, faltava ir ao lado chileno. E esse foi o destino para começar 2018. Chegou a hora de desbravar o extremo sul do outro hermano.

Duas cidades foram escolhidas para servir de base para os passeios: Puerto Varas e Puerto Natales.

 

Dia 01. Puerto Varas

A chegada foi no aeroporto na cidade de Puerto Montt. Tomei um táxi até Puerto Varas. É perto, cerca de 30 minutos. A ideia era ir de van (transfer), mas como demorei para sair da área de desembarque (extravio da mala), a única opção foi ir de táxi (30usd/ o trajeto).

Após o check in no hostel, fiz câmbio na Afex (o valor era o mesmo nos outros dois lugares pesquisados) e fechar os passeios. A agência Turistour foi a que passou mais confiança. Após informar o número de dias na cidade e os passeios pretendidos, eles verificaram a meteorologia para fazer o melhor roteiro. E funcionou!

Puerto Natales é pequena e super simpática. Difícil não reparar na arquitetura e identificar certos traços da influência alemã. A estrutura das casas parece escamas de peixe.

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Grande parte do comércio, restaurantes, agências passeios e de câmbio estão em volta ou próximas à pracinha central.

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Dia 02. Chiloé e Pinguinera/ Parque Philippi

Ir a Chiloé e ver os pinguins era o passeio agendado, mas não consegui fazer por conta de problema de saúde.

A minha amiga que fez, gostou, mas disse que a Pinguinera dura uns 30 minutos, e que o passeio só por Chiloé deve ser mais interessante.

Depois do almoço, decidi seguir à  esquerda pela beira do lago Llanquihue, onde está a escultura da figura feminina saudando o mar. Toda a história é contada nos mosaicos que circulam a arte.

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Depois parti para o Parque Philippi (entrada gratuita).

É uma subida tranquila de uns 15 minutos com uma vista bem massa do lago. Muita gente vai de carro, mas é sussa ir à pé.

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Dia 03. Vulcão Osorno

De manhã caminhei para o outro lado do lago, à direita. Passei em frente ao Museo Pablo Fierro, mas não entrei.

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Depois de sol, o céu desabou e decidi voltar ao centro. Almocei, e me dirigi até à agência para a saída do passeio.

Em Puerto Varas, há dois vulcões conhecidos: Osorno (adormecido), frequentemente comparado ao formato do Monte Fuji, e Calbuco (em atividade). No caminho para Osorno, passamos também pelo segundo.

Osorno, que visão e passeio super mara!

Há a opção de ficar onde os meios de transporte estacionam (que tem uma vista bem interessante), ou, pegar o teleférico (pago) e subir um ou dois níveis, dependendo das condições climáticas. Esse dia estava meio nublado, deu pra ir até a primeira estação, a segunda estava fechada, infelizmente.

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Após chegar lá, há várias opções de trilhas. Fui em direção ao começo da base de gelo. Algumas pessoas subiam e desciam rolando ou fazendo skybunda.

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Aproveite bem o tempo, pois ele passa rápido. Ali há momentos de visibilidade e outros sem, a paisagem muda em questão de minutos. Se for friorento, vá bem agasalhado.

O grupo decidiu ficar 1:30 no vulcão, e na volta fazer uma parada num mirador e cratera. De boa? Não foi nada demais. A cratera é minúscula.

 

Dia 04. Frutillar

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Durante a pesquisa para a viagem à Patagônia, só de ver as fotos da cidade, já bateu uma vontade enorme de conhecer. E é um lugar fofo mesmo.

A cidade fica a 30 minutos de ônibus (2.400 pesos chilenos/ trecho) de Puerto Varas.

As agências fazem o passeio, mas fui por conta. Bem melhor, pois além de economizar, anda-se de transporte público (bom pra fazer o que os nativos fazem), e fica o tempo que quiser nos pontos turísticos, e Frutillar pede para desacelerar.

Para chegar lá, deve-se, em Puerto Varas, pegar o ônibus (que passa por boa parte da cidade) com a placa “Frutillar bajo”, e descer perto do Teatro, no beira-lago. Para voltar, pegue o ônibus numa travessa perto do ponto onde desceu. Atenção: a última viagem para voltar é às 20h30.

Essa cidade também é pequena, pelo menos a parte turística (não percorri a parte alta).

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Depois de caminhar pela orla, que tem o mirante mara, lojas e restaurantes, fui até o Museu Colonial Alemão, que mantém a arquitetura, interior de casas e oficinas, todas originais.

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É uma grata viagem ao tempo!

Pensei que fosse só umas duas casas, mas são vários espaços com paisagens estonteantes, e um jardim mais lindo que o outro. Atração imperdível, vai por mim (como diz Ricardo Freire).

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Em Frutillar, o tempo parou, e você entra também nesse clima. Anda com calma, para para admirar a vista, entra no lago se tiver coragem (alguns guris estavam se divertindo!), e come a famosa, típica e deliciosa torta kuchen, que pode ser encontrada em vários restaurantes em Puerto Varas, mas dizem que a original é feita em Frutillar…

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Kuchen – nham!

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Teatro del Lago

 

Dia 05. Saltos de Petrohué, Passeio de barco pelo Lago de Todos os Santos (ou Esmeralda) e Peulla

Antes de pegar o catamarã para navegar pelo lago, teve pit stop em Saltos de Petrohué, que pode ser considerada uma versão mini das Cataratas do Iguaçu.

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Você vai caminhando pela trilha e vendo os vários trechos das quedas e correntezas.

E o azul? Ah, esse tom de água nunca antes visto na minha vida…

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É um passeio super rápido, a trilha é bem curtinha. Tanto que a gente tem 30 minutos para retornar ao ônibus pra prosseguir.

Podiam deixar a gente ficar mais tempo! Ah, esses tours cronometrados, me tiram do sério rs.

*

Amo o mar, então qualquer passeio de “barquinho” tá valendo e me deixa mega feliz! =)

Esse foi mega sussa, e eu esperando frio e que fosse me molhar como acontece na Argentina, mas não foi nada disso… rs

O trajeto é lindo. Piegas dizer, mas, realmente, é o azul mais turquesa que já vi na vida. Não há Pantone que chegue perto pra fazer cosquinha. Dá uma vontade de pular, mas me segurei… Você vai o trajeto todinho dividindo a atenção entre a água e os topos nevados dos montes.

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Peulla é uma ilha com 200 habitantes. Sim, duzentos (informação atualizada em 2018).

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Tem opção para fazer safári, voar de helicóptero (quase fiz, mas o valor é alto demais, por volta de R$ 1.000,00 por 30 minutos -, saudades da Argentina e do voo baratinho que fiz em Ushuaia), tirolesa com 10 níveis, ou não fazer nada durante as quatro horas disponíveis. A última foi a opção escolhida.

Assim que cheguei, peguei a trilha (tranquila) de uns 20 minutos para chegar ao “centro” da ilha.

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Logo que o caminho termina, você encontra uma casinha escura do lado direito, é um quiosque que serve pizza e sanduíche de salmão defumado (ambos mara), e sucos industrializados que não vi nas cidades =(

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Sim, estava bem bom!

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Dos quatro sabores, experimentei dois. Todos aprovados!

Ao lado tem um hotel desativado onde ficam os banheiros. Uma pena ver o predião abandonado.

Andando um pouco mais à frente, tem o hotel em funcionamento, e o restaurante, caso queira fazer um almoço com mais requinte. Algumas pessoas se hospedam lá (eu, com certeza, da próxima vez) para pernoitar, ou indo/ voltando de Bariloche (Argentina).

Todo o percurso é circundado por água e com vista para o Osorno (ele de novo).

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Evite roupas e mochilas na cor preta, na ilha tem o tábano, um bicho preto enorme, que te persegue e morde. Cuidado!

No verão, pode usar roupas leves no passeio se a previsão for boa. Não precisa se “empaturrar” com camadas de casacos.

Estava bem quente e não têm muitos lugares na sombra, quero dizer, até tem uns bancos, mas estavam molhados porque choveu na noite anterior, então você cansa mais rápido e só quer saber de se esconder embaixo de alguma árvore.

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Dia 06. Rolezinho partida de Puerto Varas | Voo para Puerto Natales

De manhã dei a última passeada pelas ruas do “lado de cima” da cidade.

Depois, check out (com dorzinha no coração) e partiu aeroporto.

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A ideia era almoçar no mercado/ palafitos em Puerto Montt, mas como leva 30 minutos para chegar lá de bus, fiquei com medo de não dar tempo, e permaneci no aeroporto até o horário do voo para Punta Arenas.

 

(continua no próximo post 😉 )

 

 

 

Foz do Iguaçu (PR)

Quem ainda não foi, deve colocar Foz do Iguaçu como destino na lista de futuras viagens. Eu, sem vergonha, sempre ia adiando. Mas, se soubesse a maravilha que é, não teria adiado tanto.

Foram três dias de passeios:

1) Puerto Iguazu (AR)

Esta é a cidade argentina que faz fronteira com Foz do Iguaçu.

Para chegar lá, fui de ônibus municipal (R$ 3,45) até o Terminal. De lá, você deve sair e virar a primeira esquerda, ande um pouco e logo verá um ponto de ônibus com identificação de que o ônibus internacional (R$ 4,00) passa. Tanto os ônibus municipais quanto o internacional, aceitam reais ou pesos.

A “viagem” leva em torno de 30 minutos para passar ao lado argentino. Não esqueça de levar RG (emissão com no máximo dez anos) ou Passaporte, pois terá de passar pelo posto de imigração.

Desci no centro e já fui tomar um Freddo para matar as saudades.

O miolo da cidade não é muito grande, tem vários restaurantes e lojas.

Almocei no A Piacere, pedi um prato executivo, não foi nada demais…

Como estava um chove e para, chove e para; peguei um táxi para ir até “Hito Tres fronteiras”, “cruzamento” entre os rios Paraná e Iguaçu, e que marca a fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai.

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O lugar é mágico demais, merece uma visita.

Cada vez mais amo a América Latina (pra mim é fácil, já que sou meio esquizofrênica em relação à nacionalidade… rs), e fico impressionada com o tanto de cultura, tradições e costumes que precisamos conhecer dos países vizinhos… É muita riqueza, e sempre fico emocionada pela oportunidade de ser uma latino americana e ter a chance de conhecer esses lugares.

Fui andando pela Costenera até o Porto, que tem opção de passeio de balsa, mas como ficaria tarde para voltar para Foz, não fui =(

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Voltei caminhando para o centro (tem duas subidas encaráveis no meio do caminho), fiz uma parada para matar a sede, e hora de pegar o ônibus para voltar. Atenção que o último para Foz passa às 19h00 num ponto perto da loja Freddo.

Lá não precisa gastar o portuñol, todo mundo fala português, além de serem mega gentis e prestativos (o pessoal de Foz também!), fiquei impressionada. Sempre ótimo ter essa recepção de acolhimento.

 

2) Cataratas do Iguaçu

Nesse dia, choveu o dia todo. Fiquei na dúvida se arriscava passear ou dormia. Para não perder um dia de bateção de perna, fui mesmo assim. Peguei o guarda-chuva, comprei uma capa de chuva e encarei.

Fui de novo até o Terminal, e de lá peguei o ônibus “102” (ele também passa pelo aeroporto, mas não é adaptado para quem carrega malas, portanto, se estiver com muitas, não indico) e desci em frente à entrada da bilheteria das Cataratas. Comprei o ticket (R$ 38,00), peguei o bus que circula lá dentro. Ele faz algumas paradas nas atrações pagas que ficam dentro do “parque”, e desci onde começam as cataratas.

O bom de ter ido num dia em que São Pedro não ajudou, foi que não tinha muita gente. Claro que tinha outros “doidos”, mas foi bem tranquilo ver as cataratas e fotografar.

Logo vi algumas e pensei comigo: “Nossa, será que é só isso?”. Não, o melhor fica pro final… rs

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Esse é só o aperitivo.

As primeiras já impressionam, tiram o fôlego, mas não é aquele “uau!”.

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Daí você vai caminhando por uma trilha de 1,5 km. É bem tranquilo, apesar de algumas subidinhas e descidas, intercaladas com paradas nos mirantes. Conforme vai avançando, começa a escutar barulho mais forte de água e vê uma névoa. Pronto, chegou no ponto alto do passeio.

Há uma mega queda d’água, que você enxerga de perto ao atravessar uma passarela. Impossível não se molhar. Não resisti e fiquei lá um tempão levando água gelada na cara, no corpo e na alma.

No final da travessia, fica a “Garganta do Diabo”. Uma das imagens mais fodásticas que vi na vida. Fiquei lá um tempão hipnotizada por aquela paisagem. Você entra num momento meditativo, não passa nada pela sua cabeça, somente a emoção de estar vendo essa maravilha.

Nem sei descrever a sensação de força e poder que ela tem. Eu que já sou pouco “peixinha”, fiquei muito tentada a pular naquela imensidão sem fim de água.

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Dá até um aperto no coração de deixar esse lugar tão fantástico. Super obrigatório ir pelo menos uma vez na vida.

Voltando pela passarela, fui em direção à lanchonete/ elevador panorâmico (para os que estão com crianças e/ ou possuem limitações físicas, indico descer nesta parada em vez da anterior, pois consegue ir direto às melhores vistas) que dá acesso a lugares bem perto da catarata. Essa é a vista:

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A praça de alimentação que fica ao lado do local para pegar o ônibus para retornar é melhor da que fica perto da queda d’água. Nessa praça tem opção de lanches, salgados e um restaurante com valor fechado e consume o quanto quiser.

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Vista da praça de alimentação. “Começo” da queda d’água

Caso queira visitar o lado argentino (que dizem ser mais bonito do que o nosso), como não tem como ir pelo parque, pode pegar o ônibus internacional que passa em frente à entrada das Cataratas, descer na rodoviária de Puerto Iguazú, e pegar o bus até as Cataratas argentinas.

 

3) Itaipu e Templo Budista

Logo de manhã fui de bus (não lembro o número) Continuar lendo

São Miguel do Gostooooso (R

Mesmo antes de morar em Natal (RN), ouvia falar (muito bem) de um vilarejo de pescadores chamado São Miguel do Gostoso, localizado no litoral norte do estado.

Mês passado consegui finalmente conhecer o local.

Sabe lugar que parece cenográfico de tão lindo e que o tempo parou? É lá!

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Para chegar na cidade, fui de bus da Expresso Cabral. Comprei a passagem na rodoviária de Natal antes de embarcar. Dá para comprar ida e volta (passagem fica em aberto). Há dois tipos de trajetos, um mais rápido e outro mais longo, depende do horário, pois pode ser pinga-pinga. O ônibus é antigo, não tem cinto de segurança, mas chega… rs

Fiquei hospedada na Pousada Área Talismã, uma graça!
Quem toma conta é a simpatia Lili.

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Foi tudo perfeito!!

É só atravessar a rua, pegar uma trilhazinha, ou qualquer outra travessa da rua principal, e já chega na praia. Paraíso!

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Lá, vi o por do sol tão mara quanto o de Atacama… Muito lindo e surreal.

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Não explorei as outras praias, pois queria ficar “de boas”, mas da próxima vez, darei um rolé pelas vizinhanças.

Passada rapidinha por Brasília/ DF

Tive um compromisso rápido por BSB, só deu tempo de conhecer lugares ao redor de onde fiquei hospedada (SQN 104) e dar um rolezinho pela Esplanada.

Ainda estou com dificuldade de entender a numeração da cidade. Depois que se entende, deve ser mega prático e fácil.

=)

Na asa norte tem uma parte que é comércio e a outra é residencial, prédios baixinhos, cada quadra com estética diferente de textura e cor dos prédios. Fofo!

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Comecei a bater perna pela Catedral, estava louca para ver o lugar in loco. E realmente é mara, tudo impressiona, apesar de pequena.

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Depois fui caminhando pelos ministérios até chegar ao Palácio do Itamaraty, tentei visitar o museu, mas estava vestindo shorts (na minha opinião, era bermuda, mas tudo bem, fica pra próxima), e não rolou (de fim de semana, pode).

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Logo à frente, à esquerda, está o imponente Congresso Nacional.

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Descendo, chega-se até a Praça dos Três Poderes.

À direita, fica o Supremo Tribunal Federal.

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No meio, o Panteão da Liberdade (não entrei porque o céu já estava ficando escuro por conta da chuva). Vi que atrás tem um parque.

A estrutura branca com duas peças foi feita para remeter à imagem de uma pomba.

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À esquerda (foto abaixo), o Palácio do Planalto.img_2229.

Subi pelo outro lado (lateral do Congresso), que dá para o Palácio da Justiça.

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Continuei andando do outro lado do “Eixão”, até chegar na altura da Catedral e atravessei para visitar o Museu Nacional.

Confesso, não tinha ouvido falar, vi sem querer, quando desci para ir à Catedral.

E que bom, pois me surpreendeu! Está tendo a expô “Onde anda a onda”, de artistas brasilienses.

Muita coisa interessante. Quis trazer algumas peças para casa… rs

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O espaço dentro é gigante! Super super super indico!!!

 

Em frente fica a Biblioteca Nacional.

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Não consegui ir no CCBB, Caixa Cultural, Parque da Cidade…

Mas o local que queria ter passado sem falta foi na Torre da TV, é pra ser visitado no fim da tarde… Ficará pra próxima.

 

A imagem abaixo não é do fim da tarde, mas do nascer do sol… Aliás, o céu de Brasília é uma coisa massa!

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Serviço

  • Primeira vez que fui de AirBnB, dei sorte! Tudo certo.
  • Uber super funciona (para sair do aeroporto, inclusive). Use!
  • Pelos poucos lugares que andei, achei muito seguro, inclusive para andar com celular na mão.
  • Alimentação um pouco mais cara que São Paulo…

Redinha (RN)

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Logo que cheguei em Natal, isso no início de 2011, ouço o povo dizer: “Você precisa ir pra Redinha comer a original ‘ginga com tapioca'”.

Só que, nunca ninguém me levou! rs

Precisou eu estar com passagem comprada para voltar para SP de mala e cuia para os meus amigos finalmente me levarem para experimentar a iguaria.

Tapioca todo mundo conhece, ginga talvez não. Trata-se de um peixinho, primo da manjuba. E esse prato só é vendido na Redinha? Não, na praia geralmente passam vendedores oferecendo, mas todo mundo fala que não é igual à da Redinha.

Redinha é uma praia que fica na ZN de Natal, precisa-se passar pelo Forte dos Reis Magos (fiquei triste de não ter feito um último passeio lá) e atravessar a ponte nova. Do alto já dá pra ver a Redinha de um lado e o rio Potengi do outro.

Fomos num domingo. Acompanhei os amigos na missa (não sou católica praticante, mas adoro os rituais religiosos). A igreja é linda, toda de pedra, da década de 1950, acho. Quase em frente tem outra azul, mas parece que está fechada.

De lá, seguimos à pé para o famoso Mercado da Redinha. Lá dentro tem vários lugares que vendem o prato. Fomos no da Olga, que dizem ser o mais conhecido e gostoso.

A tapioca pode ser com ou sem leite de côco. Como gosto da massa mais molhadinha, pedi a primeira opção. Vem a tapioca com os peixinhos no meio, você tira o pauzinho que segura os peixes e manda ver!  Repeti de tão bom que tava (e esqueci de tirar fotos…)

Dica: Se quiser sossego, vá antes do almoço, porque depois fica muvucado.

Depois fomos caminhar no píer, que separa o rio do mar. Ô lugar massa! Dá pra passar o dia todo lá… Que lugar lindo… Uma vista mais fodástica do que a outra.

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Depois fomos para a praia que tava super vazia. No fundo da foto abaixo dá pra ver o píer.

Vidinha chata e sem futuro… #sqn

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MG 2015.2/ 2016.1| Serviço

SERVIÇO:

Bus

Atualmente somente uma empresa rodoviária faz o trajeto São Paulo x São João del Rei (antes tinha outra), a Util, que na verdade deveria mudar seu nome para Inútil, seria mais adequado…
Comprar as passagens pelo site foi bem complicado, após escolha do dia, horário, poltrona e etc., você preenche os campos com seus dados pessoais e fica esperando que o sistema envie um link para o seu email para validar os dados, só que esse email nunca chega!
Liguei para o SAC, mandei email, e dias depois (!!!???) recebi a liberação para finalizar a minha compra, depois disso é só imprimir os vouchers.
Como não consta de qual rodoviária sai o ônibus de SP, tive novamente que ligar para confirmar (é do Tietê).
Na data da viagem, cheguei cedo, entrei na fila em frente ao guichê para pegar as passagens, conforme consta no voucher, quando a moça informa gritando que a retirada das passagens é no espaço Vip, localizado no andar de baixo, das plataformas de embarque…
Na ida, o ônibus chegou  no horário previsto (7 horas de viagem), mas na volta houve atraso de 1:30 (duração de 9 horas de viagem!!!)…

Ah, só tem o tipo de poltrona normal, nada de leito.

No fim de semana as passagens são mais caras.
Enfim, se for de ônibus para lá, prepare-se para o perrengue… rs
Hospedagem

Foi no Hotel Calcinfer, o preço super foi em conta: quarto suíte (frigobar, ventilador e tv que sintonizava somente Globo, SBT, Record e Band, mas tá valendo) com diária a R$ 70,00 (mesmo na virada). Tem outras opções de quartos.

O bom é que fica a uns 5 min. à pé da rodoviária, mas ao contrário do que consta no site, está a uns 2,5, 3km do centro histórico. Se estiver sozinha, não recomendo voltar à noite sozinha, vá de táxi, o funcionário disse que depois que escurece não é recomendado pegar ônibus.
O funcionário Alessandro é super simpático e prestativo! É ele quem responde os emails e é mais gentil ainda ao vivo e  a cores.
Café da manhã, wifi, e arrumação do quarto ok.
Não é hotel típico para viajantes, vi muitos funcionários da Petrobrás e representantes comerciais.

Perto tem supermercado Armandinho e Sales.

 

Passeio rupestre

Infelizmente não rolou… Foram muitas informações desencontradas.

Alguns disseram que precisava de 7 dias de antecedência para fazer reserva, pois se trata de área de treinamento militar, outros que só seria permitido depois de março, e outros que daria para ir…

Enfim, fica pra próxima

 

Agência de passeios

Apesar de São João e Tiradentes serem turísticas, há sério problema de informação turística confiável e mesmo de agências abertas no fim do ano.

Mesmo que não tenha feito passeios com elas, duas foram as que me responderam por WhatsApp e foram mega prestativas: Uai Trip (agência de Tiradentes), os donos são super atenciosos, respondendo mensagens inclusive à noite; e Rumos e rotas (São João); tem outras que não tem nem site  (galera, estamos em 2016!!), liguei, mandei mensagem, sinal de fumaça, mas nada de resposta…

 

Reveillón em São João

Se você procura agito, comemoração e etc., vá para outra cidade. Na virada tiveram alguns pouquíssimos fogos e só…

Alguns restaurantes estavam oferecendo ceia por R$ 120,00/ pessoa. Em Tiradentes os preços variavam entre esse valor e o dobro.

 

Geral
Talvez seja melhor fazer essa trip depois da virada, quando os lugares turísticos, comércio e agências tiverem voltado a funcionar…

Sobre o tempo, a maioria dos dias foram quentes com sol, algumas noites choveram, algumas poucas manhãs amanheceram nubladas e com chuvisco.

 

Mais fotos > picasaweb.google.com/msugai